Roberto Fuglini
nasceu em 1951
Roberto Fuglini se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004.
Sempre pelo DEM.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, não eleito.
Declarou ao TSE em 2012: 60 anos, superior incompleto, aposentado (exceto servidor público). O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Roberto Fuglini declarou R$ 109,6 mil em bens, em reais de hoje: 3,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Declarou 3,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2012.
- Roberto FugliniR$ 109,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 142,4 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Roberto Fuglini declarou ao TSE R$ 31 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 28 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Laranjal Paulista (SP) · DEM · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 2.16683,7%
- Outros candidatosR$ 42216,3%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Laranjal Paulista (SP), 2012
Mediana da disputa: R$ 36 por voto. Quem venceu, Regina Da Capela, gastou R$ 20,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 225; o mais barato, R$ 20,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Celso Barbosa PTR$ 108 mil · 481 votosR$ 225
- Nadiege DEMR$ 17 mil · 80 votosR$ 213
- Saul Henrique Quinelato PVR$ 21 mil · 202 votosR$ 106
- Marcio Garpelli DEMR$ 11 mil · 165 votosR$ 65,4
- Vicentinho PVR$ 22 mil · 353 votosR$ 62,3
- Mario Pinto PTBR$ 10 mil · 213 votosR$ 48,8
- Fabio Da Farmacia PDTR$ 16 mil · 456 votosR$ 36
- Valdecir Berto CIDADANIAR$ 12 mil · 333 votosR$ 34,6
- Dr. José Francisco PSDBR$ 19 mil · 629 votosR$ 29,6
- Nilso Ventris DEMR$ 18 mil · 618 votosR$ 28,6
- Djalma Bordignon PSDBR$ 10 mil · 415 votosR$ 25,2
- Regina Da Capela DEMR$ 13 mil · 633 votosR$ 20,6
Votos por real
- 2004, prefeito: 192 votos por R$ 1.000, 3,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.