Roberto Egreja
Roberto Luiz Peres Egreja Alves de Lima · nasceu em 1990
Roberto Egreja disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Ipaussu (SP)), pelo PSC: suplente.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 26 anos, superior completo, gerente, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Roberto Egreja declarou R$ 130 mil em bens, em reais de hoje: 5,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Declarou 5,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- Roberto EgrejaR$ 130 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Roberto Egreja declarou ao TSE R$ 866 em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereador · Ipaussu (SP) · PSC · suplente
De onde veio
- PartidoR$ 54262,6%
- Próprio bolsoR$ 32437,4%
Para onde foi
- Material impressoR$ 55964,5%
- ServiçosR$ 27531,8%
- Rádio, TV e vídeoR$ 323,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Ipaussu (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 13,2 por voto. Quem venceu, Ratinho Da Santa Helena, gastou R$ 10,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 50,6; o mais barato, R$ 7,11.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Renato Panor PTR$ 3 mil · 59 votosR$ 50,6
- Chinão PLR$ 2,6 mil · 87 votosR$ 29,8
- Wagner Figueiredo PTBR$ 2,9 mil · 116 votosR$ 25,3
- Ivete Guidio PTBR$ 3,5 mil · 158 votosR$ 22,1
- Luiz Otavio MDBR$ 2,8 mil · 158 votosR$ 17,6
- Colin PTBR$ 2 mil · 122 votosR$ 16,5
- Pelezinho MDBR$ 3,6 mil · 270 votosR$ 13,2
- Vinicius Pedraci PSDR$ 6,4 mil · 485 votosR$ 13,2
- Antonio Florindo PLR$ 3,4 mil · 260 votosR$ 12,9
- Toninho Dentista PVR$ 3,3 mil · 257 votosR$ 12,8
- Ratinho Da Santa Helena PSDR$ 3,3 mil · 306 votosR$ 10,9
- Miti Da Academia REPUBLICANOSR$ 2,1 mil · 300 votosR$ 7,11
Votos por real
- 2016, vereador: 147 votos por R$ 1.000, 4,4 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.