Roberto do Rilmo
Roberto de Castro Rezende · nasceu em 1966
Roberto do Rilmo se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 54 anos, até o fundamental, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Roberto do Rilmo declarou R$ 215,5 mil em bens, em reais de hoje: 10 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.
Declarou 10 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Roberto do RilmoR$ 215,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Roberto do Rilmo declarou ao TSE R$ 829 em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereador · Piau (MG) · MDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 64878,1%
- Outros candidatosR$ 18121,9%
Para onde foi
- ServiçosR$ 64878,1%
- Material impressoR$ 18121,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Piau (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 52,4 por voto. Quem venceu, João Do Cirim, gastou R$ 11,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 135; o mais barato, R$ 11,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Rosangela MDBR$ 5,9 mil · 44 votosR$ 135
- Vandinho PHSR$ 3,1 mil · 26 votosR$ 119
- Dodó PPR$ 9,4 mil · 112 votosR$ 84,1
- Dadinho MDBR$ 3,8 mil · 47 votosR$ 81,8
- Eduardo Conde DEMR$ 7,4 mil · 95 votosR$ 77,4
- Sheila PVR$ 8,7 mil · 138 votosR$ 63
- Fernando Mourão PVR$ 6,6 mil · 126 votosR$ 52,4
- Celson Pintor PHSR$ 2,4 mil · 52 votosR$ 47,1
- Silvia Estropa MDBR$ 2,3 mil · 55 votosR$ 41,7
- Cleber Moreira De Araujo PVR$ 5,8 mil · 206 votosR$ 28,1
- Mica DEMR$ 2,1 mil · 169 votosR$ 12,6
- João Do Cirim CIDADANIAR$ 2,6 mil · 221 votosR$ 11,6
Votos por real
- 2016, vereador: 33 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.