Apuração
Vereador · 2016 · PL

Roberto do Posto

Roberto Carlos Ferreira · nasceu em 1967

Roberto do Posto se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 1.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPL+0,50← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PL2012PL2016PL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.

Sempre pelo PL.

VereadorPartidoPL20082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 49 anos, até o fundamental, vereador, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    PL 22222· direita
    suplente127 votos
  2. 2012
    PL 22222· direita
    eleito184 votos
  3. 2008
    PL 22580· direita
    suplente110 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Roberto do Posto declarou R$ 52 mil em bens, em reais de hoje: 1,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 109,8 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 52 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 32.000 na declaração)

Declarou 1,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.

  • Roberto do PostoR$ 52 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 52 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Roberto do Posto declarou ao TSE R$ 48 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 27 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Dores de Guanhães (MG) · PL · suplente

De onde veio

R$ 4.158
0% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.158.
  1. PessoasR$ 2.06949,8%
  2. Próprio bolsoR$ 1.78142,8%
  3. Outros candidatosR$ 3087,4%

Para onde foi

R$ 4.061
O maior gasto foi com transporte: 37% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.061.
  1. TransporteR$ 1.48336,5%
  2. PessoalR$ 1.29531,9%
  3. Material impressoR$ 89121,9%
  4. ServiçosR$ 3729,2%
  5. EscritórioR$ 190,5%

Quanto custou cada voto: vereador, Dores de Guanhães (MG), 2016

Mediana da disputa: R$ 36,9 por voto. Quem venceu, Lola, gastou R$ 23,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 248; o mais barato, R$ 23,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Izaque PSBR$ 6,7 mil · 27 votosR$ 248
  • Fabricio Da Bocaina PROSR$ 6,5 mil · 49 votosR$ 132
  • Agnaldo PATRIOTAR$ 4,9 mil · 57 votosR$ 85,9
  • Leo PHSR$ 9 mil · 191 votosR$ 46,9
  • Valdemar MDBR$ 8,7 mil · 186 votosR$ 46,8
  • Renato Da Vila MDBR$ 5 mil · 115 votosR$ 43,5
  • Florentino Maravilha PSDR$ 6,4 mil · 174 votosR$ 36,9
  • Ze Cota MDBR$ 6,9 mil · 191 votosR$ 36,1
  • Vandinho Do Zimbao PLR$ 8,9 mil · 248 votosR$ 35,8
  • Gismael PROSR$ 6,7 mil · 217 votosR$ 31,1
  • Juarez MDBR$ 6,5 mil · 223 votosR$ 29,3
  • Lola PSDR$ 6,3 mil · 266 votosR$ 23,8

Votos por real

  • 2016, vereador: 31 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 11 votos por R$ 1.000, 84% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 4,1 votos por R$ 1.000, 70% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.