Apuração
Vereador · 2020 · PV

Roberto do Casquilho

Roberto Carlos Silveira · nasceu em 1970

Roberto do Casquilho se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em 1.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPV+0,08← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012PSL2016PV2020PV← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Os votos de 2020 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.

Passou por 2 partidos: PSL (2012), PV (2016–2020).

VereadorPartidoPSLPV20122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleitovotos anulados
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, votos anulados pela Justiça Eleitoral.

Declarou ao TSE em 2020: 50 anos, ensino médio, operador de aparelhos de produção industrial, cor preta. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    PV 43555· centro
    votos anulados pela Justiça Eleitoral
  2. 2016
    PV 43555· centro
    eleito291 votos
  3. 2012
    PSL 17555· direita· na urna, Roberto
    suplente134 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Roberto do Casquilho declarou R$ 27,7 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2020, o total subiu R$ 12,4 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 1.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 27,7 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 19.276 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.

  • Roberto do CasquilhoR$ 27,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil

Cada quadrado, R$ 2.500.

Cada quadrado é 1% de R$ 27,7 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Roberto do Casquilho declarou ao TSE R$ 13 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 5,4 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Conceição do Pará (MG) · PV · votos anulados pela Justiça Eleitoral

De onde veio

R$ 5.381
0% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.381.
  1. PessoasR$ 3.53865,8%
  2. Outros candidatosR$ 1.26223,5%
  3. Próprio bolsoR$ 5099,5%
  4. PartidoR$ 711,3%

Para onde foi

R$ 3.538
O maior gasto foi com pessoal: 86% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.538.
  1. PessoalR$ 3.04386%
  2. Rádio, TV e vídeoR$ 49514%

Quanto custou cada voto: vereador, Conceição do Pará (MG), 2020

Mediana da disputa: R$ 32,9 por voto. Quem venceu, Marcinho, gastou R$ 20,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 2.083; o mais barato, R$ 20,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.

Ver em tabela
  • Maria Madalena PSDR$ 2,1 mil · 1 votosR$ 2.083
  • Bilú PSDR$ 2,1 mil · 4 votosR$ 528
  • Carol PSDR$ 2 mil · 5 votosR$ 402
  • Ze Vander PSDR$ 2,7 mil · 32 votosR$ 83,2
  • Zeca PSDR$ 3,2 mil · 77 votosR$ 41
  • Luciano Da Prata PSDR$ 5,2 mil · 159 votosR$ 32,9
  • Lori PSDR$ 2,9 mil · 88 votosR$ 32,7
  • Adilton Autoescola PSDR$ 4,1 mil · 134 votosR$ 30,8
  • Wesley Pitt PSDR$ 6,6 mil · 299 votosR$ 22
  • Marcinho REDER$ 2,1 mil · 104 votosR$ 20,4

Votos por real

  • 2016, vereador: 56 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 55 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.