Roberto do Benício
Roberto Marques da Silva · nasceu em 1965
Roberto do Benício se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 4 partidos: PDT (2008), PSC (2012), DEM (2016), PSDB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 55 anos, até o fundamental, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Roberto do Benício declarou R$ 10,8 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 1.361, já descontada a inflação.
Declarou 50% da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Roberto do BenícioR$ 10,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Roberto do Benício declarou ao TSE R$ 765 em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 336.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Paineiras (MG) · PSDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Paineiras (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 6,90 por voto. Quem venceu, Zé Cabrito, gastou R$ 2,67 por voto. O voto mais caro custou R$ 27,8; o mais barato, R$ 2,67.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Heloisa Mendonça SOLIDARIEDADER$ 361 · 13 votosR$ 27,8
- Leila De Bocainas PLR$ 886 · 36 votosR$ 24,6
- Silvano Lourenço SOLIDARIEDADER$ 678 · 40 votosR$ 16,9
- Paulo Professor DEMR$ 583 · 61 votosR$ 9,56
- Rita Do Joao Patroleiro PSDBR$ 737 · 96 votosR$ 7,68
- Farlon Do Taxi SOLIDARIEDADER$ 1,1 mil · 153 votosR$ 7,31
- Sidney (Beybe) DEMR$ 566 · 82 votosR$ 6,90
- Alex Do Açougue DEMR$ 425 · 122 votosR$ 3,48
- Heleno Do Balofo PSDBR$ 849 · 255 votosR$ 3,33
- Ricardo Ferrão PLR$ 991 · 306 votosR$ 3,24
- Merso Do Valdivino PSDBR$ 713 · 261 votosR$ 2,73
- Zé Cabrito SOLIDARIEDADER$ 635 · 238 votosR$ 2,67
Votos por real
- 2016, vereador: 59 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 61 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 106 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.