Roberto Dentista
Roberto de Paula Oliveira · nasceu em 1977
Roberto Dentista se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: REDE (2016), PDT (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 43 anos, superior completo, odontólogo, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Roberto Dentista declarou R$ 962,6 mil em bens, em reais de hoje: 45 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2016 e 2020, o total subiu R$ 169,8 mil acima da inflação.
Declarou 45 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Roberto DentistaR$ 962,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Os 10 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Casa na rua presidente carlos luz em leopoldinaR$ 318,6 milCasa
- Apartamento em juiz de foraR$ 247,8 milApartamento
- Casa no bairro fortaleza em leopoldinaR$ 227 milCasa
- I/volvo XC60 2.0R$ 100,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- 1/3 De uma loja na rua dr. custodio junqueira em leopoldinaR$ 33,7 milLoja
- Dinheiro em especieR$ 14,4 milDinheiro em espécie
- 1/12 Avos de uma casa/loja na rua farmaceutico durval…R$ 11,5 milCasa
- Conta corrente na caixa economica federalR$ 7.470Conta corrente no país
- Aplicação no banco itauR$ 1.436Renda fixa (CDB, RDB e outros)
- Poupanca na caixa economica federalR$ 116Caderneta de poupança
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Roberto Dentista declarou ao TSE R$ 8,7 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 7,4 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Leopoldina (MG) · PDT · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 99178,7%
- Outros candidatosR$ 26921,3%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Leopoldina (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 27,4 por voto. Quem venceu, José Augusto Cabral, gastou R$ 21 por voto. O voto mais caro custou R$ 86,9; o mais barato, R$ 21.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Rogério Godelo PC do BR$ 9,9 mil · 114 votosR$ 86,9
- Dr. José Ferraz DEMR$ 16 mil · 185 votosR$ 84,1
- Vinicius Madaleno PSLR$ 17 mil · 297 votosR$ 57,2
- Jussara Thomaz PSLR$ 6,9 mil · 194 votosR$ 35,4
- Dimas Da Capoeira PSLR$ 8,8 mil · 250 votosR$ 35
- Professora Terezila Oliveira PSLR$ 9,9 mil · 286 votosR$ 34,5
- Guto Farmacia PSBR$ 6,4 mil · 233 votosR$ 27,4
- Bernardo Guedes PDTR$ 11 mil · 436 votosR$ 25,4
- Rodrigo Pimentel PVR$ 11 mil · 447 votosR$ 25,1
- Carlos André PSDR$ 15 mil · 613 votosR$ 24
- Pastora Regina PSCR$ 11 mil · 531 votosR$ 21,3
- José Augusto Cabral PSDR$ 16 mil · 762 votosR$ 21
Votos por real
- 2020, vereador: 391 votos por R$ 1.000, 4,9 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 59 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.