Roberto de Tó
Claudio Roberto Menezes de Oliveira · nasceu em 1978
Roberto de Tó se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 3.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008 e 2012.
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 38 anos, ensino médio, produtor agropecuário, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Roberto de Tó declarou R$ 87,7 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 6.759 acima da inflação.
Em 2016, não declarou nenhum bem.
Mais da metade (53%) dos candidatos a vereador em Sergipe não declarou nenhum bem em 2012.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Roberto de Tó declarou ao TSE R$ 12 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 6,9 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Cumbe (SE) · PT · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 64851,6%
- Próprio bolsoR$ 48638,7%
- Outros candidatosR$ 1219,7%
Para onde foi
- Rádio, TV e vídeoR$ 64851,6%
- ServiçosR$ 32425,8%
- Material impressoR$ 28322,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Cumbe (SE), 2016
Mediana da disputa: R$ 36,6 por voto. Quem venceu, Wilson Do Bolo, gastou R$ 25,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 184; o mais barato, R$ 25,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Missias Do Trator MDBR$ 2,4 mil · 13 votosR$ 184
- Virginha MDBR$ 2,4 mil · 28 votosR$ 85,6
- Roberto Filmagem PSDR$ 7,5 mil · 140 votosR$ 53,3
- Alex Moraes PSDR$ 6,1 mil · 149 votosR$ 41
- Toninho Moura PSDR$ 9,2 mil · 233 votosR$ 39,4
- João Paulo Andrade PSDBR$ 6,6 mil · 177 votosR$ 37,6
- Faguinho Moura PSCR$ 12 mil · 331 votosR$ 36,6
- Wlisses Menezes PSDR$ 9,1 mil · 302 votosR$ 30,2
- Ronaldo Moraes PSDR$ 8,8 mil · 300 votosR$ 29,4
- Sargento Val PSDR$ 7,2 mil · 266 votosR$ 26,9
- Toinho De Tonho Machante PSDR$ 8,1 mil · 310 votosR$ 26,2
- Wilson Do Bolo PSDR$ 6,7 mil · 258 votosR$ 25,8
Votos por real
- 2016, vereador: 115 votos por R$ 1.000, 3,8 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 29 votos por R$ 1.000, 68% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 88 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 59 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.