Roberto Dalmás
nasceu em 1981
Roberto Dalmás disputou uma eleição, em 2012, para vereador (Serafina Corrêa (RS)), pelo PSB: suplente.
Centro-esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 31 anos, até o fundamental, agricultor. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Roberto Dalmás declarou R$ 376,9 mil em bens, em reais de hoje: 4,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.
Declarou 4,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2012.
- Roberto DalmásR$ 376,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 89,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 221,8 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 5 itens declarados em 2012, do maior ao menor
- Um terreno urbanoR$ 109,6 milTerreno
- Parte do lote rural n. 12R$ 70,1 milTerreno rural
- Um automóvel saveiroR$ 65,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Parte do lote rural n. 14R$ 65,7 milTerra nua
- Parte do lote rural n. 12R$ 65,7 milTerra nua
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2012, Roberto Dalmás declarou ao TSE R$ 4,3 mil em receitas, em reais de hoje.
2012 · Vereador · Serafina Corrêa (RS) · PSB · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 2.48258%
- TransporteR$ 93421,8%
- Rádio, TV e vídeoR$ 54212,6%
- ServiçosR$ 3257,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Serafina Corrêa (RS), 2012
Mediana da disputa: R$ 19,9 por voto. Quem venceu, Paulo Massolini, gastou R$ 10,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 162; o mais barato, R$ 10,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Leni PPR$ 20 mil · 123 votosR$ 162
- Geni Dalla Rosa De Oliveira PTR$ 17 mil · 295 votosR$ 57,4
- Apolinario DEMR$ 8 mil · 150 votosR$ 53
- Moisés PSBR$ 5,6 mil · 148 votosR$ 37,8
- Pacassa PPR$ 8,1 mil · 303 votosR$ 26,7
- Silmar Santin PPR$ 9,6 mil · 455 votosR$ 21
- Facco DEMR$ 8,5 mil · 428 votosR$ 19,9
- Olderes PPR$ 7,9 mil · 442 votosR$ 17,9
- Oldoni PPR$ 7,6 mil · 455 votosR$ 16,7
- Nega PPR$ 12 mil · 794 votosR$ 15,2
- Salete Cadore MDBR$ 4,9 mil · 392 votosR$ 12,6
- Paulo Massolini DEMR$ 6,1 mil · 585 votosR$ 10,4
Votos por real
- 2012, vereador: 71 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.