Apuração
Vereador · 2016 · PSDB

Roberto da Circular

Roberto Gonçalves Santana · nasceu em 1951

Roberto da Circular se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,39← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PL2008REPUBLICANOS2012PSD2016PSDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 4 partidos: PL (2004), REPUBLICANOS (2008), PSD (2012), PSDB (2016).

VereadorPartidoPLREPUBLICANOSPSDPSDB2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 65 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    PSDB 45444· centro-direita
    suplente
  2. 2012
    PSD 55000· direita
    suplente
  3. 2008
    REPUBLICANOS 10000· centro-direita
    suplente256 votos
  4. 2004
    PL 22000· direita
    suplente217 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Roberto da Circular declarou R$ 432,2 mil em bens, em reais de hoje: 18 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 263,7 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 432,2 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 266.000 na declaração)

Declarou 18 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.

  • Roberto da CircularR$ 432,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 432,2 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Roberto da Circular declarou ao TSE R$ 13 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 6,1 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Monte Aprazível (SP) · PSDB · suplente

De onde veio

R$ 2.999
0% veio de fundos públicos; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.999.
  1. Próprio bolsoR$ 1.47349,1%
  2. Outros candidatosR$ 79726,6%
  3. PessoasR$ 72924,3%

Para onde foi

R$ 2.999
O maior gasto foi com material impresso: 35% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.999.
  1. Material impressoR$ 1.04434,8%
  2. TransporteR$ 83928%
  3. OutrosR$ 48116%
  4. Rádio, TV e vídeoR$ 32410,8%
  5. PessoalR$ 2919,7%
  6. EscritórioR$ 190,6%

Quanto custou cada voto: vereador, Monte Aprazível (SP), 2016

Mediana da disputa: R$ 21,9 por voto. Quem venceu, Donaldo Paiola, gastou R$ 12,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 42,6; o mais barato, R$ 12,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Jean PSCR$ 12 mil · 281 votosR$ 42,6
  • Prof. Marta Polotto DEMR$ 5,8 mil · 182 votosR$ 31,7
  • Professor Valdinei PTBR$ 5,1 mil · 167 votosR$ 30,4
  • Carla Advogada PROSR$ 4,7 mil · 171 votosR$ 27,2
  • Valcenir De Abreu PPR$ 12 mil · 447 votosR$ 26,2
  • Ninho PHSR$ 5,6 mil · 224 votosR$ 25,2
  • Idão CIDADANIAR$ 4,8 mil · 218 votosR$ 21,9
  • Gilberto Dos Santos PDTR$ 13 mil · 658 votosR$ 19,7
  • Nereu PTR$ 6,8 mil · 355 votosR$ 19
  • Lelo Maset PDTR$ 6,4 mil · 341 votosR$ 18,7
  • Marcio Troiano CIDADANIAR$ 8,2 mil · 534 votosR$ 15,3
  • Donaldo Paiola PSDBR$ 7,2 mil · 577 votosR$ 12,5

Votos por real

  • 2016, vereador: 23 votos por R$ 1.000, 51% da mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 25 votos por R$ 1.000, 90% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 79 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 217 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.