Roberto Correa
Roberto Carlos de Oliveira · nasceu em 1968
Roberto Correa se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PL (2004–2008), PDT (2016), PSDB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 52 anos, ensino médio, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Roberto Correa declarou R$ 591,8 mil em bens, em reais de hoje: 27 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 567,6 mil acima da inflação.
Declarou 27 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Roberto CorreaR$ 591,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Roberto Correa declarou ao TSE R$ 15 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 11 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Aimorés (MG) · PSDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Aimorés (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 20,3 por voto. Quem venceu, Luciano Batista, gastou R$ 6,90 por voto. O voto mais caro custou R$ 128; o mais barato, R$ 6,90.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Naga Da Saúde AVANTER$ 7 mil · 55 votosR$ 128
- Jorginho Da Saude PSDBR$ 14 mil · 250 votosR$ 56,6
- Bob PSLR$ 16 mil · 414 votosR$ 39,3
- Edmar Enfermeiro MDBR$ 9,4 mil · 245 votosR$ 38,2
- Amarildo PSDBR$ 3,8 mil · 160 votosR$ 23,4
- James Jaiminho Da Clenir PLR$ 6,9 mil · 338 votosR$ 20,4
- Gustavo Calvão Dentista MDBR$ 10 mil · 498 votosR$ 20,3
- Daniel Lemos PSLR$ 6,1 mil · 323 votosR$ 18,9
- Rubens Barcelos MDBR$ 6,1 mil · 381 votosR$ 15,9
- Zé Cota PSLR$ 3,5 mil · 260 votosR$ 13,5
- André Vidal MDBR$ 3,8 mil · 454 votosR$ 8,42
- Luciano Batista PSDBR$ 3,5 mil · 513 votosR$ 6,90
Votos por real
- 2020, vereador: 73 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 20 votos por R$ 1.000, 64% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 93 votos por R$ 1.000, 81% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.