Apuração
Vereador · 2016 · PT

Roberto Carlos

Roberto Carlos Fialho de Carvalho · nasceu em 1980

Roberto Carlos disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Pindaí (BA)), pelo PT: suplente.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,40← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPT2016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 36 anos, superior completo, agricultor, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Pindaí (BA)
    PT 13000· centro-esquerda
    suplente203 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Roberto Carlos declarou R$ 84,5 mil em bens, em reais de hoje: 6,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia.

R$ 84,5 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 52.000 na declaração)

Declarou 6,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2016.

  • Roberto CarlosR$ 84,5 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 13 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 97,5 mil

Cada quadrado, R$ 2.500.

Cada quadrado é 1% de R$ 84,5 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Uma casa de residência situada na fazenda mulungoR$ 48,7 mil
    Casa rural
  2. Um veículo uno fireR$ 22,7 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  3. Uma moto nxr bros ES 150 ccR$ 6.499
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. 03 Cabeças de gado bovino de corteR$ 6.499
    Bens da atividade autônoma

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Roberto Carlos declarou ao TSE R$ 5,7 mil em receitas, em reais de hoje.

2016 · Vereador · Pindaí (BA) · PT · suplente

De onde veio

R$ 5.667
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 5.638
O maior gasto foi com material impresso: 46% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.638.
  1. Material impressoR$ 2.59146%
  2. ServiçosR$ 1.21421,5%
  3. TransporteR$ 1.12720%
  4. PessoalR$ 65611,6%
  5. EscritórioR$ 500,9%

Quanto custou cada voto: vereador, Pindaí (BA), 2016

Mediana da disputa: R$ 18,2 por voto. Quem venceu, Suze, gastou R$ 13,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 32,5; o mais barato, R$ 13,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Graça MDBR$ 12 mil · 355 votosR$ 32,5
  • Bezinho PPR$ 7,7 mil · 281 votosR$ 27,2
  • Cátia PSDBR$ 8,5 mil · 376 votosR$ 22,7
  • Gilson PSDBR$ 6,4 mil · 289 votosR$ 22
  • Charlin PSDBR$ 9,7 mil · 458 votosR$ 21,2
  • Lucas MDBR$ 6,2 mil · 330 votosR$ 18,9
  • Jean PPR$ 8,6 mil · 471 votosR$ 18,2
  • Zé Maria PSDBR$ 9 mil · 506 votosR$ 17,8
  • Jardel PSDBR$ 8,6 mil · 488 votosR$ 17,5
  • Humildes MDBR$ 6 mil · 386 votosR$ 15,6
  • Alex MDBR$ 12 mil · 843 votosR$ 14,5
  • Suze PSDBR$ 11 mil · 804 votosR$ 13,8

Votos por real

  • 2016, vereador: 36 votos por R$ 1.000, 68% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.