Roberto Basilio
Jose Roberto Basilio de Souza · nasceu em 1974
Roberto Basilio se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Sempre pelo PSDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 42 anos, até o fundamental, agricultor, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2010Deputado estadual · RondôniaPSDB 45222· centro-direita· na urna, Roberto Basíliosuplente1.909 votos; 95º mais votado de 301 no estado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Roberto Basilio teve 1.909 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 95º lugar entre 301 candidatos.
Recebeu votos em 35 cidades. Buritis deu 66,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,1%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Roberto Basilio declarou R$ 211,2 mil em bens, em reais de hoje: 3,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Rondônia. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 135,3 mil, já descontada a inflação.
Declarou 3,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Rondônia em 2016.
- Roberto BasilioR$ 211,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 61,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 152,7 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Roberto Basilio declarou ao TSE R$ 186 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 102 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Buritis (RO) · PSDB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 7.77261,7%
- Outros candidatosR$ 4.81638,3%
Para onde foi
- TransporteR$ 6.20849,3%
- PessoalR$ 2.85022,6%
- ServiçosR$ 2.59120,6%
- Material impressoR$ 9397,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Buritis (RO), 2016
Mediana da disputa: R$ 62 por voto. Quem venceu, João Orlando Filho Do Teco, gastou R$ 29,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 287; o mais barato, R$ 29,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Eliete SOLIDARIEDADER$ 17 mil · 60 votosR$ 287
- Claudio Lopes PSDBR$ 29 mil · 151 votosR$ 190
- Regiane SOLIDARIEDADER$ 17 mil · 112 votosR$ 154
- Camilo DEMR$ 32 mil · 317 votosR$ 100
- Sidney Pintor De Moto SOLIDARIEDADER$ 17 mil · 183 votosR$ 94,7
- Toledo PSCR$ 21 mil · 273 votosR$ 76,8
- Pena Grande PRPR$ 20 mil · 327 votosR$ 62
- Penha SOLIDARIEDADER$ 16 mil · 289 votosR$ 56,9
- Nidi PTR$ 16 mil · 286 votosR$ 55,9
- Adalto Boiadeiro PLR$ 16 mil · 418 votosR$ 39,1
- Nego Kallori PDTR$ 38 mil · 1.242 votosR$ 30,5
- João Orlando Filho Do Teco PODER$ 17 mil · 584 votosR$ 29,5
Votos por real
- 2016, vereador: 20 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 19 votos por R$ 1.000, 62% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 15 votos por R$ 1.000, 60% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.