Roberto Angely
Roberto de Carvalho Silva · nasceu em 1978
Roberto Angely se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 4.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008, 2012, 2016 e 2020.
Passou por 3 partidos: MDB (2004), PSB (2008–2012), MDB (2016–2020), PSD (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2024, chapa eleita.
Declarou ao TSE em 2024: 46 anos, até o fundamental, cor branca. A cor declarada mudou: branca em 2016, amarela em 2020, branca em 2024. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024Vice-prefeito · Campo Largo do Piauí (PI)PSD 55· centro-direitaNa chapa de Jairo Leitãochapa eleita3.223 votos da chapa, 64,7%
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008Vereador · Campo Largo do Piauí (PI)PSB 40000· centro-esquerda· na urna, Roberto Angelieleito195 votos
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Roberto Angely declarou R$ 112 mil em bens, em reais de hoje: 10 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Piauí. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 90,5 mil acima da inflação.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Declarou 10 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Piauí em 2020.
- Roberto AngelyR$ 112 mil
- Mediana dos candidatosR$ 10,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 57,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Roberto Angely declarou ao TSE R$ 55 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 16 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Campo Largo do Piauí (PI) · MDB · eleito
De onde veio
- Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 4.52967,1%
- Próprio bolsoR$ 2.22532,9%
Para onde foi
- Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 2.54786,8%
- Material impressoTudo de Grafcolor Editora Industria De Papel LtdaR$ 2157,3%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1424,8%
- EscritórioR$ 301%
Quanto custou cada voto: vereador, Campo Largo do Piauí (PI), 2020
Mediana da disputa: R$ 46,7 por voto. Quem venceu, Batista, gastou R$ 13,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 505; o mais barato, R$ 13,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Antonio Domingos PVR$ 3 mil · 6 votosR$ 505
- Diolinda MDBR$ 5,6 mil · 30 votosR$ 187
- Beto PPR$ 30 mil · 237 votosR$ 125
- Raimunda Caetano PVR$ 18 mil · 179 votosR$ 97,9
- Professora Georgia PPR$ 9,9 mil · 190 votosR$ 52,2
- Negão MDBR$ 3,2 mil · 66 votosR$ 48,5
- Tico Gomes PPR$ 8,5 mil · 182 votosR$ 46,7
- Doutora Iracema PPR$ 8,5 mil · 194 votosR$ 43,8
- Esperança Geronço MDBR$ 5,7 mil · 225 votosR$ 25,2
- Caxico PSDR$ 3,7 mil · 164 votosR$ 22,8
- Jaci MDBR$ 9,6 mil · 518 votosR$ 18,4
- Batista MDBR$ 3,5 mil · 256 votosR$ 13,5
Votos por real
- 2020, vereador: 118 votos por R$ 1.000, 5,3 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 11 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 16 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 12 votos por R$ 1.000, 59% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.