Roberto Alves
nasceu em 1957
Roberto Alves se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Sempre pelo DEM.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, eleito.
Declarou ao TSE em 2008: 51 anos, até o fundamental, motorista de veículos de transporte de carga. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Roberto Alves declarou R$ 494,8 mil em bens, em reais de hoje: 9,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.
Declarou 9,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2008.
- Roberto AlvesR$ 494,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 111,9 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2008, Roberto Alves declarou ao TSE R$ 241 em receitas, em reais de hoje.
2008 · Vereador · Fama (MG) · DEM · eleito
De onde veio
Para onde foi
- Rádio, TV e vídeo1 pessoas, não nomeadasR$ 5623,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Fama (MG), 2008
Mediana da disputa: R$ 18,3 por voto. Quem venceu, Carlinho, gastou R$ 2,41 por voto. O voto mais caro custou R$ 307; o mais barato, R$ 2,41.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Maria Helena PDTR$ 2,5 mil · 8 votosR$ 307
- Mauro Rodrigues PDTR$ 4,6 mil · 29 votosR$ 158
- Michel PDTR$ 2,2 mil · 17 votosR$ 127
- Armandinho PDTR$ 1,2 mil · 18 votosR$ 66,8
- Paulo Cesar - Pc PDTR$ 2,2 mil · 64 votosR$ 34,4
- Edvaldo PDTR$ 2,4 mil · 71 votosR$ 33,6
- Cido MDBR$ 2,9 mil · 158 votosR$ 18,3
- Professor Cylvano PSDBR$ 407 · 24 votosR$ 17
- Cassio Leite DEMR$ 337 · 20 votosR$ 16,9
- Edison Castilho Rocha (Edinho) MDBR$ 664 · 85 votosR$ 7,81
- Geraldo (Tio Gê) DEMR$ 356 · 52 votosR$ 6,85
- Carlinho MDBR$ 337 · 140 votosR$ 2,41
Votos por real
- 2008, vereador: 112 votos por R$ 1.000, 3,7 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.