Roberto Alonso
Roberto Benedito Alonso · nasceu em 1964
Roberto Alonso se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 3 partidos: PSDB (2004–2008), PC do B (2012), DEM (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 52 anos, ensino médio, motorista de veículos de transporte coletivo de passageiros, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Roberto Alonso declarou R$ 137,1 mil em bens, em reais de hoje: 5,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 156,8 mil, já descontada a inflação.
Declarou 5,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- Roberto AlonsoR$ 137,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Roberto Alonso declarou ao TSE R$ 29 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 16 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Monte Alto (SP) · DEM · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 4.70592,9%
- Outros candidatosR$ 1993,9%
- PessoasR$ 1623,2%
Para onde foi
- TransporteR$ 2.36746,7%
- Material impressoR$ 1.62232%
- PessoalR$ 89117,6%
- ServiçosR$ 1623,2%
- OutrosR$ 240,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Monte Alto (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 23,5 por voto. Quem venceu, Joao Picolo, gastou R$ 16,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 87,9; o mais barato, R$ 16,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Maria Helena Rettondini PTBR$ 43 mil · 487 votosR$ 87,9
- Luiz Wada PSDR$ 17 mil · 268 votosR$ 63
- Isael Chiquitelli PRPR$ 15 mil · 242 votosR$ 62,5
- Layrton Infante PPR$ 39 mil · 638 votosR$ 60,7
- Marcos Manzotti PLR$ 16 mil · 315 votosR$ 49,4
- Prof. Gilmar Leite PLR$ 12 mil · 250 votosR$ 46,2
- Murilo Jácomo PLR$ 17 mil · 743 votosR$ 23,5
- Carlos Gerber PLR$ 16 mil · 736 votosR$ 22,1
- Prof. Thiago Cetroni REDER$ 14 mil · 645 votosR$ 21,7
- Julio Zacarin CIDADANIAR$ 13 mil · 617 votosR$ 20,5
- Julio Raposo MDBR$ 17 mil · 887 votosR$ 18,8
- Joao Picolo PDTR$ 13 mil · 761 votosR$ 16,7
Votos por real
- 2016, vereador: 72 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 140 votos por R$ 1.000, 4,8 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 93 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 70 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.