Roberto Prediger
Roberto Paulo Albring Prediger · nasceu em 1969
Roberto Prediger se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2012.
Passou por 3 partidos: PTB (2004–2008), PSB (2012–2020), PP (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2024, não eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 55 anos, ensino médio, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2018Deputado federal · Rio Grande do SulPSB 4033· centro-esquerda· na urna, Roberto Albring Predigersuplente3.321 votos; 168º mais votado de 404 no estado
- 2012
- 2008Vice-prefeito · Esperança do Sul (RS)PTB 14· centro-direitaNa chapa de Jair Schmittchapa eleita1.487 votos da chapa, 55,9%
- 2004Vice-prefeito · Esperança do Sul (RS)PTB 14· centro-direitaNa chapa de Jair Schmittchapa eleita1.508 votos da chapa, 57,5%
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Roberto Prediger teve 3.321 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 168º lugar entre 404 candidatos.
Recebeu votos em 120 cidades. Três Passos deu 52,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 86,1%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Roberto Prediger declarou R$ 2,2 mi em bens, em reais de hoje: 4,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 1,7 mi acima da inflação.
Declarou 4,4 vezes a mediana dos candidatos a prefeito no Rio Grande do Sul em 2024.
- Roberto PredigerR$ 2,2 mi
- Mediana dos candidatosR$ 487,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 599,6 mil
Cada quadrado, R$ 100 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Roberto Prediger declarou ao TSE R$ 150 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado federal: R$ 57 mil, 81% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Prefeito · Esperança do Sul (RS) · PP · não eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Progressistas - Rio Grande Do Sul - Rs - EstadualR$ 35 mil97,5%
- Próprio bolsoR$ 8802,5%
Para onde foi
- InternetTudo de Tompson Diogenes Boniatti 00993176054R$ 16,4 mil46,2%
- Pessoal2 pessoas, não nomeadasR$ 8.75024,6%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1.6414,6%
Quanto custou cada voto: prefeito, Esperança do Sul (RS), 2024
Roberto Prediger: R$ 79,8 por voto (mediana da disputa, R$ 11,8). Quem venceu, Ademir Da Cruz, gastou R$ 11,8 por voto.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Roberto Prediger. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Roberto Prediger PPR$ 36 mil · 445 votosR$ 79,8
- Ademir Da Cruz MDBR$ 29 mil · 2.408 votosR$ 11,8
Votos por real
- 2024, prefeito: 13 votos por R$ 1.000, 26% da mediana da disputa.
- 2020, prefeito: 18 votos por R$ 1.000, 55% da mediana da disputa.
- 2018, deputado federal: 73 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 64 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.