Roberto
Paulo Roberto Amorim da Conceição · nasceu em 1964
Roberto se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PL (2004–2008), PP (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 48 anos, até o fundamental, agricultor. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Roberto declarou R$ 64,6 mil em bens, em reais de hoje: 4,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Amazonas. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 32,3 mil acima da inflação.
Declarou 4,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Amazonas em 2012.
- RobertoR$ 64,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 15,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 118,3 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2008, Roberto declarou ao TSE R$ 1,3 mil em receitas, em reais de hoje.
2008 · Vereador · Caapiranga (AM) · PL · candidatura não chegou à urna
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.07185,3%
- Outros candidatosR$ 18514,7%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.07185,3%
- OutrosR$ 18514,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Caapiranga (AM), 2008
Mediana da disputa: R$ 23 por voto. Quem venceu, França, gastou R$ 13,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 43,1; o mais barato, R$ 12,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 3 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Lucia Marques PHSR$ 3,4 mil · 80 votosR$ 43,1
- Dimas PC do BR$ 4,4 mil · 118 votosR$ 37,3
- Saba Nunes PDTR$ 11 mil · 311 votosR$ 35,2
- Chico Branco PPR$ 2,1 mil · 73 votosR$ 28,2
- Silas PRPR$ 4,6 mil · 200 votosR$ 23
- Beto PSCR$ 3,3 mil · 157 votosR$ 21,1
- Ze Aldenor MDBR$ 5 mil · 284 votosR$ 17,5
- França PPR$ 3,5 mil · 263 votosR$ 13,2
- Elias PDTR$ 2,7 mil · 209 votosR$ 12,9
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.