Apuração
Deputado estadual · 2010 · PSB

Rivail

Rivail Gonçalo Palhano da Silva · nasceu em 1973

Rivail disputou uma eleição, em 2010, para deputado estadual (Mato Grosso), pelo PSB: suplente.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSB−0,33← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. estadualPartidoPSB2010
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2010, suplente.

Declarou ao TSE em 2010: 37 anos, ensino médio, empresário. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2010
    Deputado estadual · Mato Grosso
    PSB 40369· centro-esquerda
    suplente1.654 votos; 107º mais votado de 226 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Rivail teve 1.654 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 107º lugar entre 226 candidatos.

Recebeu votos em 32 cidades. Cuiabá deu 46,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,5%.

1.654 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 1.654 votos.
  1. Cuiabá (MT)775 votos46,9%
  2. Gaúcha do Norte (MT)377 votos22,8%
  3. Várzea Grande (MT)231 votos14%
  4. Paranatinga (MT)150 votos9,1%
  5. Santo Antônio do Leverger (MT)24 votos1,5%
  6. Outras 17 cidades25 votos1,5%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2010, Rivail declarou R$ 144,9 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 144,9 mil
em bens declarados em 2010, em reais de setembro de 2026 (R$ 58.600 na declaração)

Declarou 59% da mediana dos candidatos a deputado estadual em Mato Grosso em 2010.

  • RivailR$ 144,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 247,3 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,7 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 144,9 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2010, Rivail declarou ao TSE R$ 64 mil em receitas, em reais de hoje.

2010 · Deputado estadual · Mato Grosso · PSB · suplente

De onde veio

R$ 64,4 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 7 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 64,4 mil.
  1. Pessoas7 pessoas, não nomeadasR$ 44,4 mil69%
  2. Próprio bolsoR$ 11,9 mil18,4%
  3. PartidoTudo de Comitê Financeiro ÚnicoR$ 4.8877,6%
  4. EmpresasR$ 2.4433,8%
  5. Outros candidatosR$ 8141,3%

Para onde foi

R$ 64,3 mil
O maior gasto foi com outros: 52% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 64,3 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal36 pessoas, não nomeadasR$ 28,5 mil44,3%
  2. TransporteR$ 2.0773,2%
  3. Material impressoR$ 5130,8%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Mato Grosso, 2010

Mediana da disputa: R$ 91,8 por voto. Quem venceu, Riva, gastou R$ 39 por voto. O voto mais caro custou R$ 211; o mais barato, R$ 39.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2010, deputado estadual: 26 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.