Rildo Oliveira
Rildo Gomes de Oliveira · nasceu em 1968
Rildo Oliveira se candidatou em 7 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 3. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004, 2008 e 2016.
Passou por 4 partidos: PTB (2004), MDB (2008–2020), PP (2022), PRD (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2024, não eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 56 anos, superior completo, agente administrativo, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2022
- 2020
- 2016
- 2014
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2022, Rildo Oliveira teve 1.799 votos para deputado estadual, 0,4% dos votos válidos do estado: 61º lugar entre 335 candidatos.
Recebeu votos em 15 cidades. Tartarugalzinho deu 51,8% deles.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Rildo Oliveira declarou R$ 1,2 mi em bens, em reais de hoje: 7,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Amapá. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 526,3 mil acima da inflação.
Declarou 7,5 vezes a mediana dos candidatos a prefeito no Amapá em 2024.
- Rildo OliveiraR$ 1,2 mi
- Mediana dos candidatosR$ 154,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 148 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 4 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- CasaR$ 662,8 milCasa
- CasaR$ 220,9 milCasa
- Caminhonete ranger QLT6G71R$ 220,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- VoadeiraR$ 55,2 milEmbarcação
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 7 campanhas com contas prestadas, Rildo Oliveira declarou ao TSE R$ 818 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para prefeito: R$ 344 mil.
Campanha a campanha
2024 · Prefeito · Tartarugalzinho (AP) · PRD · não eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de 25 - Prd - Partido Renovacao Democratica - Amapa - Ap - EstadualR$ 65,6 mil56,1%
- PartidoTudo de 25 - Prd - Partido Renovacao Democratica - Amapa - Ap - EstadualR$ 28 mil23,9%
- Pessoas10 pessoas, não nomeadasR$ 19,5 mil16,7%
- Próprio bolsoR$ 3.8283,3%
Para onde foi
- Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 33,9 mil51,7%
- Material impressoTudo de Fcx Empreendimentos LtdaR$ 18,6 mil28,3%
- Rádio, TV e vídeo2 pessoas, não nomeadasR$ 5.9069%
Quanto custou cada voto: prefeito, Tartarugalzinho (AP), 2024
Rildo Oliveira: R$ 26,3 por voto (mediana da disputa, R$ 26,3). Quem venceu, Bruno Mineiro, gastou R$ 28,9 por voto.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Rildo Oliveira. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Bruno Mineiro UNIÃOR$ 195 mil · 6.733 votosR$ 28,9
- Rildo Oliveira PRDR$ 66 mil · 2.492 votosR$ 26,3
Votos por real
- 2024, prefeito: 38 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2022, deputado estadual: 27 votos por R$ 1.000, 3,7 vezes a mediana da disputa.
- 2020, prefeito: 30 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 68 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.