Richard Nixon
Richard Nixon de Menezes · nasceu em 1972
Richard Nixon se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 2 partidos: PSL (2004), PRTB (2008–2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 39 anos, até o fundamental, vereador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2010
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Richard Nixon teve 2.812 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 177º lugar entre 539 candidatos.
Recebeu votos em 78 cidades. Goiânia deu 60,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 93,8%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Richard Nixon declarou R$ 153,4 mil em bens, em reais de hoje: 3,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2010 e 2012.
Declarou 3,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2012.
- Richard NixonR$ 153,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 47,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 141,3 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Richard Nixon declarou ao TSE R$ 1,4 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 842 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Goiânia (GO) · PRTB · suplente
De onde veio
- PartidoR$ 97,5 mil55,3%
- EmpresasR$ 69,3 mil39,3%
- Outros candidatosR$ 8.5374,8%
- Próprio bolsoR$ 1.0830,6%
Para onde foi
- Material impressoR$ 111,4 mil63,6%
- TransporteR$ 24,9 mil14,2%
- PessoalR$ 21,4 mil12,2%
- ServiçosR$ 8.6644,9%
- Rádio, TV e vídeoR$ 8.5374,9%
- EscritórioR$ 1820,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Goiânia (GO), 2012
Mediana da disputa: R$ 135 por voto. Quem venceu, Clécio Alves, gastou R$ 57,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 234; o mais barato, R$ 57,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Serjao PTR$ 1 milhão · 4.314 votosR$ 234
- Alvaro Alexandre PSCR$ 607 mil · 2.610 votosR$ 232
- Carlos Soares PTR$ 1,2 milhão · 6.811 votosR$ 177
- Welington Peixoto PSBR$ 806 mil · 5.358 votosR$ 151
- Paulinho Graus PDTR$ 1 milhão · 7.586 votosR$ 136
- Ana Carla De Castro PSDR$ 575 mil · 4.235 votosR$ 136
- Marco Brenner (Nona) AVANTER$ 466 mil · 3.440 votosR$ 135
- Miguel Tiago PTR$ 406 mil · 3.638 votosR$ 112
- Deivison Costa AVANTER$ 448 mil · 4.406 votosR$ 102
- Paulo Borges MDBR$ 721 mil · 7.664 votosR$ 94
- Tayrone PTR$ 470 mil · 5.987 votosR$ 78,5
- Clécio Alves MDBR$ 491 mil · 8.498 votosR$ 57,8
Votos por real
- 2012, vereador: 25 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 3,3 votos por R$ 1.000, 12% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 11 votos por R$ 1.000, 45% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 145 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.