Ricardo Xavier
Ricardo Xavier de Souza · nasceu em 1961
Ricardo Xavier se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo DC.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 50 anos, superior incompleto, tabelião. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2006Deputado federal · São PauloDC 2700· direitanão eleito2.233 votos; 471º mais votado de 952 no estado
- 2004
- 2002Deputado estadual · São PauloDC 27777· direitasuplente1.365 votos; 797º mais votado de 1.424 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Ricardo Xavier teve 2.233 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 471º lugar entre 952 candidatos.
Recebeu votos em 110 cidades. Campinas deu 52,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 88,7%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Ricardo Xavier declarou R$ 44,3 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2012, o total caiu R$ 499,6 mil, já descontada a inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2012.
- Ricardo XavierR$ 44,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 142,4 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Ricardo Xavier declarou ao TSE R$ 78 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 57 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Campinas (SP) · DC · suplente
De onde veio
- PartidoR$ 33,5 mil58,9%
- PessoasR$ 21,7 mil38%
- Próprio bolsoR$ 1.7333%
Para onde foi
- PessoalR$ 28,5 mil50,1%
- Material impressoR$ 18 mil31,6%
- TransporteR$ 7.58113,3%
- Rádio, TV e vídeoR$ 2.1293,7%
- EscritórioR$ 6651,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Campinas (SP), 2012
Mediana da disputa: R$ 85,5 por voto. Quem venceu, Campos Filho, gastou R$ 58,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 465; o mais barato, R$ 58,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Rosângela Coelho PPR$ 634 mil · 1.363 votosR$ 465
- Gustavo Petta PC do BR$ 517 mil · 3.219 votosR$ 161
- Arly De Lara Romêo PSBR$ 411 mil · 3.174 votosR$ 129
- Dr. Sebastião MDBR$ 445 mil · 3.540 votosR$ 126
- Jorge Schneider PTBR$ 338 mil · 3.310 votosR$ 102
- Luiz Lauro Filho PSBR$ 595 mil · 6.725 votosR$ 88,5
- Cirilo PSDBR$ 387 mil · 4.529 votosR$ 85,5
- Leonice Da Paz PDTR$ 296 mil · 3.721 votosR$ 79,4
- Marcos Bernardelli PSDBR$ 320 mil · 4.337 votosR$ 73,7
- Zé Carlos MDBR$ 348 mil · 5.440 votosR$ 64
- Rafa Zimbaldi PPR$ 561 mil · 9.374 votosR$ 59,8
- Campos Filho DEMR$ 323 mil · 5.522 votosR$ 58,4
Votos por real
- 2012, vereador: 16 votos por R$ 1.000, 68% da mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 287 votos por R$ 1.000, 3,9 vezes a mediana da disputa.
- 2006, deputado federal: 124 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.