Ricardo Pinheiro
Ricardo Pinheiro dos Santos · nasceu em 1982
Ricardo Pinheiro se candidatou em 4 eleições, de 2012 a 2024, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2020.
Sempre pelo PP.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 42 anos, superior completo, vereador, cor parda. A cor declarada mudou: parda em 2016, preta em 2020, parda em 2024. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Ricardo Pinheiro declarou R$ 272,7 mil em bens, em reais de hoje: 25 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2020 e 2024, o total caiu R$ 189,7 mil, já descontada a inflação.
Declarou 25 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2024.
- Ricardo PinheiroR$ 272,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 11 mil
- Mediana dos eleitosR$ 90 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 4 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Apartamento no endereço rua amado queirozR$ 165,6 milApartamento
- Renault logan auth 10R$ 44,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Fiat siena essence 1.6R$ 40,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Moto honda pcx 160 dlx absR$ 22,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Ricardo Pinheiro declarou ao TSE R$ 78 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2024, para vereador: R$ 35 mil, 94% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Cruz das Almas (BA) · PP · suplente
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 32,8 mil93,7%
- PessoasR$ 1.2153,5%
- Próprio bolsoR$ 1.0062,9%
Para onde foi
- ServiçosR$ 23,2 mil66,2%
- TransporteR$ 6.56218,7%
- Material impressoR$ 4.72513,5%
- EscritórioR$ 5471,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Cruz das Almas (BA), 2024
Mediana da disputa: R$ 91,2 por voto. Quem venceu, Edson Ribeiro, gastou R$ 19,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 4.907; o mais barato, R$ 19,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Paula Ribeiro PSDR$ 49 mil · 10 votosR$ 4.907
- Caliane Ricardo PSDR$ 49 mil · 15 votosR$ 3.280
- Monique Assis PLR$ 55 mil · 25 votosR$ 2.187
- Nailson Tio Nay PLR$ 55 mil · 180 votosR$ 304
- Professora Ilza PC do BR$ 63 mil · 303 votosR$ 207
- Valdo Caldas PLR$ 56 mil · 436 votosR$ 129
- André Eloy PPR$ 78 mil · 856 votosR$ 91,2
- Maria Cedraz PLR$ 59 mil · 782 votosR$ 75,3
- Aline Brandão PPR$ 61 mil · 1.275 votosR$ 48,1
- Roberto Ximba REPUBLICANOSR$ 61 mil · 1.744 votosR$ 34,8
- Euricles Neto PODER$ 58 mil · 2.149 votosR$ 27
- Edson Ribeiro UNIÃOR$ 50 mil · 2.523 votosR$ 19,7
Votos por real
- 2024, vereador: 7,6 votos por R$ 1.000, 29% da mediana da disputa.
- 2020, vereador: 67 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 62 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 52% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.