Ricardo Pelegrinello
nasceu em 1965
Ricardo Pelegrinello se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2018, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: 2º suplente de senador, 2018, chapa não eleita.
Declarou ao TSE em 2018: 52 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 20182º suplente de senador · Santa CatarinaPT 130· esquerdaNa chapa de Ideli Salvattichapa não eleita336.449 votos da chapa
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Ricardo Pelegrinello declarou R$ 564,3 mil em bens, em reais de hoje: 4,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 480,7 mil acima da inflação.
Em 2018, não declarou nenhum bem.
Declarou 4,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2012.
- Ricardo PelegrinelloR$ 564,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 131,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 281,2 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 4 itens declarados em 2012, do maior ao menor
- Casa residencial com 142 m²R$ 350,6 milCasa
- Um terço de um terreno rural com benfeitorias de 21R$ 131,5 milTerreno rural
- Honda fit 2003/2004R$ 54,8 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Fiat uno 2002R$ 27,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Ricardo Pelegrinello declarou ao TSE R$ 49 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para prefeito: R$ 32 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Caçador (SC) · PT · eleito
De onde veio
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 3.24950,8%
- Próprio bolsoR$ 3.15049,2%
Para onde foi
- TransporteTudo de Auto Posto Nossa Senhora Aparecida LtdaR$ 2.18134,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Caçador (SC), 2012
Mediana da disputa: R$ 71,3 por voto. Quem venceu, Alencar Mendes, gastou R$ 35,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.017; o mais barato, R$ 35,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Eliane PC do BR$ 47 mil · 46 votosR$ 1.017
- Professor Paulinho Moraes PC do BR$ 78 mil · 337 votosR$ 231
- Cissa PSDBR$ 38 mil · 211 votosR$ 178
- Paulo Bordignon PSDBR$ 34 mil · 344 votosR$ 98
- Jorge Savi PSDR$ 77 mil · 913 votosR$ 84,3
- Claudio Rottava PTBR$ 49 mil · 590 votosR$ 82,3
- Soro PC do BR$ 39 mil · 553 votosR$ 71,3
- Tessaro DEMR$ 53 mil · 899 votosR$ 59,3
- Pastor Vilso PDTR$ 44 mil · 761 votosR$ 58,1
- Moacir D Agostini DEMR$ 44 mil · 915 votosR$ 48,3
- Adilberto PSDR$ 33 mil · 721 votosR$ 46,4
- Alencar Mendes DEMR$ 35 mil · 985 votosR$ 35,2
Votos por real
- 2012, vereador: 130 votos por R$ 1.000, 6,3 vezes a mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 55 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2004, vereador: 77 votos por R$ 1.000, 76% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.