Ricardo Lobão
Ricardo Correa da Silva · nasceu em 1961
Ricardo Lobão se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 3 partidos: MDB (2004), CIDADANIA (2008–2016), REPUBLICANOS (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 59 anos, superior incompleto, servidor público civil aposentado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Ricardo Lobão declarou R$ 402,2 mil em bens, em reais de hoje: 7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 334,8 mil acima da inflação.
Declarou 7 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.
- Ricardo LobãoR$ 402,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Ricardo Lobão declarou ao TSE R$ 71 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para prefeito: R$ 50 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Cidreira (RS) · REPUBLICANOS · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 35438,5%
- Outros candidatosR$ 33436,3%
- Fundo eleitoralR$ 23225,2%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Cidreira (RS), 2020
Mediana da disputa: R$ 31,1 por voto. Quem venceu, Paulo Catarina, gastou R$ 16,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 165; o mais barato, R$ 14,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Tina Oliveira PTBR$ 34 mil · 207 votosR$ 165
- Gilmar Da Costa PTBR$ 14 mil · 300 votosR$ 47,9
- Tati Zanoni PPR$ 15 mil · 313 votosR$ 47,9
- Altair Do Asun PSBR$ 9,1 mil · 196 votosR$ 46,6
- Luziele Bueno MDBR$ 5,6 mil · 128 votosR$ 43,9
- Milico PSBR$ 9,9 mil · 272 votosR$ 36,4
- Rodrigo Baxo PTBR$ 5,4 mil · 172 votosR$ 31,1
- Gugu Calderon PTBR$ 7,1 mil · 286 votosR$ 24,7
- Andreia Da Marcação PPR$ 4,3 mil · 194 votosR$ 22,2
- Edair Cabeleireiro PSBR$ 4,4 mil · 213 votosR$ 20,5
- Paulo Catarina PSBR$ 5,5 mil · 332 votosR$ 16,6
- Denise De Jesus PPR$ 4,6 mil · 311 votosR$ 14,7
Votos por real
- 2020, vereador: 17 votos por R$ 1.000, 53% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 55 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 7,1 votos por R$ 1.000, 50% da mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 36 votos por R$ 1.000, 84% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.