Ricardo Japur
José Ricardo Japur Holosbach · nasceu em 1972
Ricardo Japur se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 4 partidos: PSB (2004), PSC (2012), PROS (2018), DEM (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 48 anos, superior incompleto, locutor e comentarista de rádio e televisão e radialista, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2018Deputado estadual · Rio Grande do SulPROS 90191· direitanão eleito505 votos; 555º mais votado de 798 no estado
- 2012
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Ricardo Japur teve 505 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 555º lugar entre 798 candidatos.
Recebeu votos em 26 cidades. Quaraí deu 81,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,6%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Ricardo Japur declarou R$ 13,6 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2020, o total caiu R$ 79,5 mil, já descontada a inflação.
Declarou 24% da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.
- Ricardo JapurR$ 13,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Ricardo Japur declarou ao TSE R$ 6,8 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 3 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Quaraí (RS) · DEM · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 92053,1%
- Próprio bolsoR$ 81446,9%
Para onde foi
- Rádio, TV e vídeoR$ 35443,5%
- ServiçosR$ 21226,1%
- Material impressoR$ 17721,7%
- TransporteR$ 718,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Quaraí (RS), 2020
Mediana da disputa: R$ 24,3 por voto. Quem venceu, Thaíse Corrêa, gastou R$ 8,40 por voto. O voto mais caro custou R$ 374; o mais barato, R$ 8,40.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Pastora Karina PODER$ 13 mil · 35 votosR$ 374
- Lucio Sabino PPR$ 6,3 mil · 53 votosR$ 119
- Tatieli Menna Barreto DEMR$ 8,5 mil · 121 votosR$ 70,2
- Professor Alvarim PTBR$ 13 mil · 287 votosR$ 43,8
- Professor Armênio PTR$ 14 mil · 452 votosR$ 30,1
- Ricardo Gadret PODER$ 16 mil · 554 votosR$ 28,2
- Mario Augusto PPR$ 14 mil · 591 votosR$ 24,3
- Ze Da Farmacia PSDR$ 3,8 mil · 205 votosR$ 18,5
- Izar Mirailh PODER$ 4,5 mil · 259 votosR$ 17,2
- Joaozinho PSDR$ 7,2 mil · 470 votosR$ 15,2
- Mauro Enfermeiro PTBR$ 6,1 mil · 415 votosR$ 14,7
- Thaíse Corrêa PTR$ 4,6 mil · 549 votosR$ 8,40
Votos por real
- 2020, vereador: 37 votos por R$ 1.000, 92% da mediana da disputa.
- 2018, deputado estadual: 505 votos por R$ 1.000, 5,8 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 28 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 67 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.