Ricardo Freitas
Ricardo de Freitas Rosa · nasceu em 1969
Ricardo Freitas se candidatou em 3 eleições, de 2014 a 2024, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PRTB (2014–2016), REDE (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, não eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 54 anos, superior completo, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2016
- 2014Deputado estadual · Minas GeraisPRTB 28280· direita· na urna, Ricardãosuplente339 votos; 716º mais votado de 1.055 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Ricardo Freitas teve 339 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 716º lugar entre 1.055 candidatos.
Recebeu votos em 21 cidades. Itabira deu 83,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,2%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Ricardo Freitas declarou R$ 341,2 mil em bens, em reais de hoje: 12 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2014 e 2016, o total subiu R$ 263,6 mil acima da inflação.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Declarou 12 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- Ricardo FreitasR$ 341,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Ricardo Freitas declarou ao TSE R$ 115 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado estadual: R$ 107 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Itabira (MG) · REDE · não eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 3.82872,4%
- Outros candidatosR$ 80515,2%
- Próprio bolsoR$ 65612,4%
Para onde foi
- PessoalR$ 2.02946%
- ServiçosR$ 1.20327,3%
- Material impressoR$ 96121,8%
- Rádio, TV e vídeoR$ 2195%
Quanto custou cada voto: vereador, Itabira (MG), 2024
Mediana da disputa: R$ 21 por voto. Quem venceu, Marcelino Guedes, gastou R$ 12,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 48,5; o mais barato, R$ 12,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Gabriel Quintão PDTR$ 48 mil · 997 votosR$ 48,5
- Elias Lima SOLIDARIEDADER$ 38 mil · 942 votosR$ 40,6
- Júlio Do Combém MOBILIZAR$ 21 mil · 656 votosR$ 32
- Weverton Vetão REPUBLICANOSR$ 24 mil · 838 votosR$ 28,2
- Juber Madeira PRDR$ 22 mil · 903 votosR$ 24,5
- Dulce Citi PDTR$ 23 mil · 1.100 votosR$ 21
- Sidney Do Salão MDBR$ 22 mil · 1.029 votosR$ 21
- Reinaldo Lacerda PSBR$ 29 mil · 1.787 votosR$ 16,3
- Jordana Madeira PDTR$ 22 mil · 1.484 votosR$ 14,8
- Júlio Contador PRDR$ 20 mil · 1.383 votosR$ 14,6
- Bernardo Rosa PSBR$ 24 mil · 1.761 votosR$ 13,4
- Marcelino Guedes PSBR$ 23 mil · 1.879 votosR$ 12,2
Votos por real
- 2024, vereador: 15 votos por R$ 1.000, 25% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 13 votos por R$ 1.000, 38% da mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 3,2 votos por R$ 1.000, 7% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.