Apuração
Vereador · 2020 · REPUBLICANOS

Ricardo do Monte Mor

Ricardo Teixeira da Costa · nasceu em 1985

Ricardo do Monte Mor disputou uma eleição, em 2020, para vereador (Botucatu (SP)), pelo REPUBLICANOS: suplente.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoREPUBLICANOS+0,61← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoREPUBLICANOS2020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 35 anos, ensino médio, motorista de veículos de transporte coletivo de passageiros. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Botucatu (SP)
    REPUBLICANOS 10200· direita
    suplente1.063 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Ricardo do Monte Mor declarou R$ 232,7 mil em bens, em reais de hoje: 13 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.

R$ 232,7 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 162.000 na declaração)

Declarou 13 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.

  • Ricardo do Monte MorR$ 232,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 232,7 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2020, Ricardo do Monte Mor declarou ao TSE R$ 8 mil em receitas, em reais de hoje.

2020 · Vereador · Botucatu (SP) · REPUBLICANOS · suplente

De onde veio

R$ 8.023
0% veio de fundos públicos; 4 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 8.023.
  1. PessoasR$ 7.12688,8%
  2. Outros candidatosR$ 4735,9%
  3. Próprio bolsoR$ 4255,3%

Para onde foi

R$ 3.655
O maior gasto foi com material impresso: 74% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.655.
  1. Material impressoR$ 2.71974,4%
  2. ServiçosR$ 84923,2%
  3. EscritórioR$ 722%
  4. InternetR$ 160,4%

Quanto custou cada voto: vereador, Botucatu (SP), 2020

Mediana da disputa: R$ 9,09 por voto. Quem venceu, Rose Ielo, gastou R$ 6,65 por voto. O voto mais caro custou R$ 38,5; o mais barato, R$ 6,65.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Sandra Reis REDER$ 14 mil · 365 votosR$ 38,5
  • Curumim PSDBR$ 53 mil · 1.896 votosR$ 28
  • Paulo Renato PSDBR$ 24 mil · 936 votosR$ 25,6
  • Lelo Pagani PSDBR$ 28 mil · 1.308 votosR$ 21,4
  • Washington Luiz REPUBLICANOSR$ 17 mil · 798 votosR$ 21,2
  • Zé Fernandes PSDBR$ 15 mil · 1.152 votosR$ 13,4
  • Erica Cardoso PSDBR$ 7 mil · 765 votosR$ 9,09
  • Marcelo Sleiman DEMR$ 13 mil · 1.488 votosR$ 8,44
  • Ze Piranha DEMR$ 8,1 mil · 1.061 votosR$ 7,62
  • Cula PSDBR$ 10 mil · 1.342 votosR$ 7,62
  • Sargento Laudo PSDBR$ 11 mil · 1.549 votosR$ 6,82
  • Rose Ielo PDTR$ 8,8 mil · 1.320 votosR$ 6,65

Votos por real

  • 2020, vereador: 291 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.