Apuração
Deputado estadual · 2026 · MDB

Ricardo Bannak

Ricardo Estefano Enderle Bannak · nasceu em 1973

Ricardo Bannak se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2026, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,38← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PP2016PP2024MDB2026MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2024.

Passou por 2 partidos: PP (2004–2016), MDB (2024–2026).

Dep. estadualVereadorPartidoPPMDB’04’06’08’10’12’14’16’18’20’22’24’26
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2026, suplente.

Declarou ao TSE em 2026: 52 anos, superior completo, arquiteto, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2026
    Deputado estadual · Mato Grosso do Sul
    MDB 15888· centro-direita
    suplente907 votos; 104º mais votado de 237 no estado
  2. 2024
    MDB 15888· centro-direita
    eleito354 votos
  3. 2016
    PP 11000· direita· na urna, Arq. Ricardo Bannak
    suplente257 votos
  4. 2004
    PP 11345· direita
    candidatura não chegou à urna

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2026, Ricardo Bannak teve 907 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 104º lugar entre 237 candidatos.

Recebeu votos em 27 cidades. Chapadão do Sul deu 50,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,0%.

907 votos
votos para deputado estadual em 2026
Cada quadrado é 1% de 907 votos.
  1. Chapadão do Sul (MS)459 votos50,6%
  2. Campo Grande (MS)119 votos13,1%
  3. Bandeirantes (MS)98 votos10,8%
  4. Cassilândia (MS)60 votos6,6%
  5. Costa Rica (MS)33 votos3,6%
  6. Outras 12 cidades18 votos2%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2026, Ricardo Bannak declarou R$ 3,2 mi em bens, em reais de hoje: 25 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul. Entre 2016 e 2026, o total subiu R$ 3 mi acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 100 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 3,2 mi
em bens declarados em 2026, em reais de setembro de 2026 (R$ 3.205.000 na declaração)

Declarou 25 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em Mato Grosso do Sul em 2026.

  • Ricardo BannakR$ 3,2 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 130 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 2,6 mi

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 3,2 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 5 itens declarados em 2026, do maior ao menor
  1. Imovel comercialR$ 2,5 mi
    Prédio comercial
  2. Empresa rbkR$ 252,1 mil
    Quotas ou quinhões de capital
  3. Empresa rbkR$ 252,1 mil
    Quotas ou quinhões de capital
  4. CdiR$ 181,5 mil
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)
  5. InvestimentoR$ 25,2 mil
    Ações

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Ricardo Bannak declarou ao TSE R$ 172 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2026, para deputado estadual: R$ 140 mil, 53% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
dinheiro públicodemais fontesToque numa campanha para abrir as contas dela.

2026 · Deputado estadual · Mato Grosso do Sul · MDB · suplente

De onde veio

R$ 140,5 mil
53% veio de fundos públicos; 5 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 140,5 mil.
  1. Fundo eleitoralTudo de Movimento Democratico Brasileiro - Brasil - Br - NacionalR$ 75 mil53,4%
  2. PartidoTudo de Mdb - Movimento Democratico Brasileiro.R$ 33 mil23,5%
  3. Próprio bolsoR$ 27 mil19,2%
  4. PessoasR$ 5.4443,9%

Para onde foi

R$ 109 mil
O maior gasto foi com pessoal: 70% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 109 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal26 pessoas, não nomeadasR$ 76,1 mil69,8%
  2. Rádio, TV e vídeoR$ 3.0002,8%

As contas de 2026 ainda não são finais: o TSE segue recebendo as prestações de contas.

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Mato Grosso do Sul, 2026

Mediana da disputa: R$ 28,4 por voto. Quem venceu, Ângelo Guerreiro, gastou R$ 9,33 por voto. O voto mais caro custou R$ 397; o mais barato, R$ 9,33.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2026, deputado estadual: 8,3 votos por R$ 1.000, 24% da mediana da disputa (contas parciais).
  • 2024, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 21 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.