Ribamar Bezerra
Ribamar Bezerra da Silva · nasceu em 1962
Ribamar Bezerra se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PODE.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 54 anos, ensino médio, esteticista, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2010
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Ribamar Bezerra declarou R$ 130 mil em bens, em reais de hoje: 5,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 89,2 mil, já descontada a inflação.
Declarou 5,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- Ribamar BezerraR$ 130 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Ribamar Bezerra declarou ao TSE R$ 11 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 5,7 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Jaboticabal (SP) · PODE · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Jaboticabal (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 43,2 por voto. Quem venceu, Beto Ariki, gastou R$ 15,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 191; o mais barato, R$ 15,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Valdenir Bonatti PSCR$ 57 mil · 297 votosR$ 191
- Dr. Edu Fenerich CIDADANIAR$ 78 mil · 682 votosR$ 115
- Mandi Serralheiro PATRIOTAR$ 17 mil · 215 votosR$ 81,3
- Professor João Roberto PTR$ 30 mil · 583 votosR$ 51,5
- Carlota PTR$ 14 mil · 266 votosR$ 51,1
- Dra Andrea Delegada PPR$ 24 mil · 518 votosR$ 45,4
- Pepa Servidone CIDADANIAR$ 29 mil · 681 votosR$ 43,2
- Serginho Ramos PSBR$ 15 mil · 368 votosR$ 41,6
- João Marques CIDADANIAR$ 20 mil · 573 votosR$ 35,7
- Wilsinho Locutor PSBR$ 33 mil · 1.116 votosR$ 29,8
- Roberto Raymundo PSCR$ 14 mil · 515 votosR$ 27,5
- Beto Ariki PSLR$ 19 mil · 1.175 votosR$ 15,9
Votos por real
- 2016, vereador: 51 votos por R$ 1.000, 93% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 4,6 votos por R$ 1.000, 22% da mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 103 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.