Renato Taxista
Renato Soares Ribeiro · nasceu em 1968
Renato Taxista se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Sempre pelo DEM.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 52 anos, ensino médio, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Renato Taxista declarou R$ 471,1 mil em bens, em reais de hoje: 8,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 290,5 mil acima da inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 8,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2012.
- Renato TaxistaR$ 471,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 54,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 175 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Renato Taxista declarou ao TSE R$ 5,4 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 3,3 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Agudos do Sul (PR) · DEM · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Agudos do Sul (PR), 2020
Mediana da disputa: R$ 8,78 por voto. Quem venceu, Alcidio Gomes, gastou R$ 2,53 por voto. O voto mais caro custou R$ 63,7; o mais barato, R$ 2,53.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Undiamara Posanski DEMR$ 509 · 8 votosR$ 63,7
- Patricia Santiago MDBR$ 1,9 mil · 36 votosR$ 53,5
- Joacir Filho Do Godofredo DEMR$ 509 · 19 votosR$ 26,8
- Airton Negrelli MDBR$ 1,1 mil · 89 votosR$ 12,4
- Diego Luca DEMR$ 825 · 79 votosR$ 10,4
- Everson Adolphatto PSBR$ 3,1 mil · 319 votosR$ 9,79
- Matias Do Guincho MDBR$ 1,1 mil · 129 votosR$ 8,78
- Zezo Pires DEMR$ 1,1 mil · 162 votosR$ 6,77
- Elias Ambrósio DEMR$ 509 · 109 votosR$ 4,67
- Afonso Martins DEMR$ 509 · 141 votosR$ 3,61
- Marcos Colaço DEMR$ 509 · 169 votosR$ 3,01
- Alcidio Gomes MDBR$ 702 · 277 votosR$ 2,53
Votos por real
- 2020, vereador: 85 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 111 votos por R$ 1.000, 5,3 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 39 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.