Renato Rios
Renato Terra Rios · nasceu em 1968
Renato Rios se candidatou em 3 eleições, de 2006 a 2026, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PDT (2006), PSC (2012), DEMOCRATA (2026).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2026, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2026: 57 anos, ensino médio, corretor de imóveis, seguros, títulos e valores, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2026
- 2012
- 2006Deputado estadual · Espírito SantoPDT 12300· centro-esquerdasuplente9.639 votos; 60º mais votado de 354 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Renato Rios teve 9.639 votos para deputado estadual, 0,5% dos votos válidos do estado: 60º lugar entre 354 candidatos.
Recebeu votos em 55 cidades. Iúna deu 32,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 94,7%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Renato Rios declarou R$ 795,4 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2012, o total caiu R$ 642 mil, já descontada a inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a prefeito no Espírito Santo em 2012.
- Renato RiosR$ 795,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 573,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 706,3 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 5 itens declarados em 2012, do maior ao menor
- Capital socialR$ 455,8 milQuotas ou quinhões de capital
- Prédio residencial área urbanaR$ 153,4 milPrédio residencial
- Área com armazemR$ 87,7 milOutros bens imóveis
- 25 Cotas capital socialR$ 54,8 milQuotas ou quinhões de capital
- Propriedade rural no córrego das ararasR$ 43,8 milOutros bens imóveis rural
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Renato Rios declarou ao TSE R$ 315 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 216 mil.
Campanha a campanha
2012 · Prefeito · Iúna (ES) · PSC · não eleito
De onde veio
- Pessoas14 pessoas, não nomeadasR$ 131,8 mil61%
- Fundo partidárioTudo de Direção Estadual/DistritalR$ 65 mil30,1%
- Próprio bolsoR$ 12,1 mil5,6%
- EmpresasR$ 7.0463,3%
Para onde foi
- Rádio, TV e vídeoR$ 8.4483,9%
- OutrosR$ 7.0463,3%
Quanto custou cada voto: prefeito, Iúna (ES), 2012
Renatinho: R$ 65,3 por voto (mediana da disputa, R$ 42,7). Quem venceu, Rogério Cruz, gastou R$ 41,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 65,3; o mais barato, R$ 23,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Renatinho. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Renatinho PSCR$ 216 mil · 3.307 votosR$ 65,3
- Ze Roberto Do Café PVR$ 47 mil · 1.047 votosR$ 44,9
- Zé Ramos DEMR$ 143 mil · 3.356 votosR$ 42,7
- Rogério Cruz PDTR$ 322 mil · 7.742 votosR$ 41,6
- Matusalém CIDADANIAR$ 14 mil · 591 votosR$ 23,8
Votos por real
- 2012, prefeito: 15 votos por R$ 1.000, 64% da mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 97 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.