Apuração
Vereador · 2024 · PL

Renato Martins

Renato Martins Pereira · nasceu em 1986

Renato Martins disputou uma eleição, em 2024, para vereador (Deodápolis (MS)), pelo PL: não eleito.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPL+0,76← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPL2024
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, não eleito.

Declarou ao TSE em 2024: 38 anos, até o fundamental, produtor agropecuário, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    Vereador · Deodápolis (MS)
    PL 22122· direita
    não eleito161 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2024, Renato Martins declarou R$ 999,7 mil em bens, em reais de hoje: 25 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul.

R$ 999,7 mil
em bens declarados em 2024, em reais de setembro de 2026 (R$ 905.000 na declaração)

Declarou 25 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2024.

  • Renato MartinsR$ 999,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 39,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 155,8 mil

Cada quadrado, R$ 25 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 999,7 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2024, do maior ao menor
  1. 120 reses de várias idadesR$ 441,9 mil
    Outros bens imóveis
  2. 19 hectares 18. Linha PoenteR$ 336,9 mil
    Outros bens imóveis rural
  3. Veículo tratorR$ 187,8 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. Moto ano 2013R$ 33,1 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2024, Renato Martins declarou ao TSE R$ 766 em receitas, em reais de hoje.

2024 · Vereador · Deodápolis (MS) · PL · não eleito

De onde veio

R$ 766
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 766
O maior gasto foi com material impresso: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Deodápolis (MS), 2024

Mediana da disputa: R$ 41,7 por voto. Quem venceu, Professor Chico, gastou R$ 11,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 265; o mais barato, R$ 11,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Mary Carvalho REPUBLICANOSR$ 4,2 mil · 16 votosR$ 265
  • Bete Guedes REPUBLICANOSR$ 5 mil · 54 votosR$ 93,2
  • Eliton Santos REPUBLICANOSR$ 3,3 mil · 38 votosR$ 86,1
  • Paulo Moreno PSDR$ 12 mil · 242 votosR$ 49,7
  • Cabeça REPUBLICANOSR$ 4 mil · 87 votosR$ 46,5
  • Marquinhos Da Nona Linha REPUBLICANOSR$ 4,6 mil · 109 votosR$ 42,1
  • Cicero Tanajura PSDR$ 3,5 mil · 84 votosR$ 41,7
  • Juninho Lima REPUBLICANOSR$ 15 mil · 413 votosR$ 36,3
  • Wendel Martins REPUBLICANOSR$ 4 mil · 115 votosR$ 35,2
  • Sidney Bó REPUBLICANOSR$ 4 mil · 123 votosR$ 32,4
  • Sara Da Saúde REPUBLICANOSR$ 5,1 mil · 238 votosR$ 21,6
  • Professor Chico PSDR$ 4,2 mil · 361 votosR$ 11,6

Votos por real

  • 2024, vereador: 161 votos por R$ 1.000, 4,2 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.