Renato Martins
Renato Martins Leitao · nasceu em 1975
Renato Martins se candidatou em 4 eleições, de 2006 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 3 partidos: CIDADANIA (2006), PSB (2012–2016), AVANTE (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 45 anos, superior completo, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2006Deputado estadual · CearáCIDADANIA 23014· centro· na urna, Renato Leitãonão eleito1.276 votos; 203º mais votado de 543 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Renato Martins teve 1.276 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 203º lugar entre 543 candidatos.
Recebeu votos em 30 cidades. Fortaleza deu 74,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,2%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Renato Martins declarou R$ 351,9 mil em bens, em reais de hoje: 122 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Paraíba. Entre 2006 e 2020, o total subiu R$ 292,9 mil acima da inflação.
Declarou 122 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Paraíba em 2020.
- Renato MartinsR$ 351,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 2.873
- Mediana dos eleitosR$ 40,2 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Renato Martins declarou ao TSE R$ 294 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 219 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · João Pessoa (PB) · AVANTE · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 4.45899,1%
- EscritórioR$ 420,9%
Quanto custou cada voto: vereador, João Pessoa (PB), 2020
Mediana da disputa: R$ 64,5 por voto. Quem venceu, Damasio Franca Neto, gastou R$ 23,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 962; o mais barato, R$ 23,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dra Clotilde PSLR$ 141 mil · 147 votosR$ 962
- Professora Raquel PSLR$ 142 mil · 266 votosR$ 532
- Diretor Silva Neto PSLR$ 141 mil · 326 votosR$ 434
- Raquel Santana PSLR$ 289 mil · 677 votosR$ 427
- Dra Rebeca Sodré PSLR$ 290 mil · 2.467 votosR$ 117
- Tárcio Teixeira PSOLR$ 140 mil · 1.353 votosR$ 104
- Helena Holanda PPR$ 151 mil · 2.348 votosR$ 64,5
- Marmuthe Cavalcanti PSLR$ 180 mil · 4.152 votosR$ 43,4
- Marcos Heriques PTR$ 151 mil · 3.927 votosR$ 38,5
- Bispo José Luiz REPUBLICANOSR$ 171 mil · 5.883 votosR$ 29,2
- Eliza PPR$ 135 mil · 5.042 votosR$ 26,8
- Damasio Franca Neto PPR$ 99 mil · 4.251 votosR$ 23,3
Votos por real
- 2020, vereador: 324 votos por R$ 1.000, 9,8 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 68 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 19 votos por R$ 1.000, 40% da mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 78 votos por R$ 1.000, 50% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.