Renato Garcia
Renato Garcia da Silva · nasceu em 1977
Renato Garcia se candidatou em 5 eleições, de 2012 a 2026, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Passou por 3 partidos: PL (2012), PRTB (2016), PL (2020), PSD (2024–2026).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2026, não eleito.
Declarou ao TSE em 2026: 49 anos, ensino médio, militar reformado, cor parda. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2024, parda em 2026. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2026Deputado federal · Rio de JaneiroPSD 5569· centro-direitanão eleito0 votos; 754º mais votado de 765 no estado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2026, Renato Garcia teve 0 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 754º lugar entre 765 candidatos.
Recebeu votos em 0 cidades..
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2026, Renato Garcia declarou R$ 80,7 mil em bens, em reais de hoje: 2,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio de Janeiro. Entre 2020 e 2026, o total caiu R$ 307,2 mil, já descontada a inflação.
Declarou 2,6 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal no Rio de Janeiro em 2026.
- Renato GarciaR$ 80,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 31,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 1 mi
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Renato Garcia declarou ao TSE R$ 25 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 17 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Itaboraí (RJ) · PSD · não eleito
De onde veio
- Outros candidatosR$ 1.98464,5%
- Próprio bolsoR$ 1.09435,5%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Itaboraí (RJ), 2024
Mediana da disputa: R$ 42,1 por voto. Quem venceu, João Delaroli, gastou R$ 12,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 291; o mais barato, R$ 12,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Rita De Cassia PLR$ 109 mil · 376 votosR$ 291
- Anderson Carvalho PLR$ 109 mil · 786 votosR$ 139
- Rosane Araujo PTR$ 118 mil · 1.095 votosR$ 108
- Luluia PLR$ 109 mil · 1.098 votosR$ 99,1
- José Carlos Cobra PPR$ 142 mil · 2.500 votosR$ 56,9
- Fabão PPR$ 143 mil · 3.338 votosR$ 42,9
- Marcos Alves PLR$ 109 mil · 2.583 votosR$ 42,1
- Rogério Filgueiras PPR$ 142 mil · 4.433 votosR$ 32
- Marcos Araujo PLR$ 113 mil · 3.644 votosR$ 31,1
- Alexandre Do Coqueiro PLR$ 112 mil · 4.335 votosR$ 25,9
- Orlando Pit PLR$ 109 mil · 4.968 votosR$ 22
- João Delaroli PLR$ 130 mil · 10.487 votosR$ 12,4
Votos por real
- 2024, vereador: 1.532 votos por R$ 1.000, 31 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 74 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 283 votos por R$ 1.000, 6,4 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.