Renato Carlos de Souza
nasceu em 1967
Renato Carlos de Souza se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em todas.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2016.
Sempre pelo PP.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 49 anos, ensino médio, empresário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Renato Carlos de Souza declarou R$ 1,8 mi em bens, em reais de hoje: 25 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.
Declarou 25 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- Renato Carlos de SouzaR$ 1,8 mi
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 14 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Empresa individual renato carlos de souzaR$ 649,9 milOutras participações societárias
- 6 Hc terra linha rechR$ 487,4 milTerra nua
- Camionete ranger 2013R$ 191,7 milOutros bens móveis
- Apartamento 140 M2 em erechimR$ 141,3 milApartamento
- Caminhão ford cargo 2004R$ 105,6 milOutros bens móveis
- Camionete captivaR$ 89,4 milOutros bens móveis
- Caminhão cargo 2004R$ 89,4 milOutros bens móveis
- Dinheiro em espécieR$ 16,2 milDinheiro em espécie
- BB consorcioR$ 11,6 milConsórcio não contemplado
- BanrisulR$ 10,3 milCaderneta de poupança
- Dinheiro conta correnteR$ 8.123Conta corrente no país
- Aplicação banrisulR$ 4.548Renda fixa (CDB, RDB e outros)
- VGBLR$ 3.912Previdência VGBL
- Ouro capR$ 1.491Outras aplicações
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Renato Carlos de Souza declarou ao TSE R$ 8,7 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 7,8 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Barracão (RS) · PP · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 4.85862,5%
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 2.53132,5%
- PartidoR$ 3895%
Para onde foi
- ServiçosR$ 4866,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Barracão (RS), 2016
Renato Carlos De Souza: R$ 30 por voto (mediana da disputa, R$ 36,2). Quem venceu, Tobias, gastou R$ 26,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 765; o mais barato, R$ 26,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Renato Carlos De Souza. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Adao Do Brique PPR$ 5,4 mil · 7 votosR$ 765
- Lucelia PPR$ 13 mil · 21 votosR$ 606
- Rubia PPR$ 9,3 mil · 20 votosR$ 465
- Mara Da Serraria PTR$ 7,7 mil · 106 votosR$ 73
- Dioraci PPR$ 5,4 mil · 111 votosR$ 48,3
- Chaves CIDADANIAR$ 4,7 mil · 104 votosR$ 45,2
- Vilson Jacobi PTR$ 6,7 mil · 186 votosR$ 36,2
- Jorge Lyra PTR$ 6 mil · 179 votosR$ 33,6
- Abel MDBR$ 7,5 mil · 240 votosR$ 31,4
- Renato Carlos De Souza PPR$ 7,8 mil · 259 votosR$ 30
- Dirceu Carniel PPR$ 9,7 mil · 324 votosR$ 29,9
- Tobias PPR$ 9,8 mil · 369 votosR$ 26,7
Votos por real
- 2016, vereador: 33 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2004, vereador: 219 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.