Renato Barraca
Renato Flávio da Silva · nasceu em 1967
Renato Barraca se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: MDB (2004–2008), PDT (2012), PTB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 52 anos, ensino médio, servidor público municipal, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Renato Barraca declarou R$ 57,5 mil em bens, em reais de hoje: 3,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 495,3 mil, já descontada a inflação.
Declarou 3,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- Renato BarracaR$ 57,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Renato Barraca declarou ao TSE R$ 1,3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 552.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Regente Feijó (SP) · PTB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Regente Feijó (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 6,84 por voto. Quem venceu, Alex Tonão, gastou R$ 3,08 por voto. O voto mais caro custou R$ 145; o mais barato, R$ 3,08.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Elaine Mazeto PSDBR$ 3,2 mil · 22 votosR$ 145
- Gabriel Malacrida PSDBR$ 2,5 mil · 114 votosR$ 21,7
- Ceolin Do Transporte Escolar PTBR$ 3,7 mil · 185 votosR$ 19,8
- Netão PSDBR$ 2,8 mil · 287 votosR$ 9,71
- Fuva MDBR$ 2 mil · 227 votosR$ 8,73
- Guilherme Rocha PDTR$ 5 mil · 621 votosR$ 7,98
- Luciano Nicoluci MDBR$ 1,4 mil · 207 votosR$ 6,84
- Betão MDBR$ 1 mil · 170 votosR$ 5,98
- Ilcemir Do Hospital PSDR$ 2 mil · 442 votosR$ 4,61
- Edilson Eletricista PDTR$ 974 · 213 votosR$ 4,57
- Tarcisio Sanches PTBR$ 1,2 mil · 278 votosR$ 4,28
- Alex Tonão PDTR$ 1,2 mil · 404 votosR$ 3,08
Votos por real
- 2012, vereador: 101 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 248 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 277 votos por R$ 1.000, 3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.