Apuração
Vereador · 2016 · PDT

Renato Albuquerque

Renato Espindola de Albuquerque · nasceu em 1941

Renato Albuquerque se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 1.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPDT−0,04← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008MDB2012MDB2016PDT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.

Passou por 2 partidos: MDB (2008–2012), PDT (2016).

VereadorPartidoMDBPDT20082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, não eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 75 anos, ensino médio, empresário, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Rio Grande (RS)
    PDT 12333· centro-esquerda
    não eleito
  2. 2012
    Vereador · Rio Grande (RS)
    MDB 15333· centro-direita
    suplente1.152 votos
  3. 2008
    Vereador · Rio Grande (RS)
    MDB 15333· centro· na urna, Renatão Albuquerque
    eleito2.628 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Renato Albuquerque declarou R$ 812,3 mil em bens, em reais de hoje: 11 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 773,2 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 812,3 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 500.000 na declaração)

Declarou 11 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.

  • Renato AlbuquerqueR$ 812,3 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil

Cada quadrado, R$ 25 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 812,3 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Renato Albuquerque declarou ao TSE R$ 217 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 112 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Rio Grande (RS) · PDT · não eleito

De onde veio

R$ 34,3 mil
0% veio de fundos públicos; 5 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 34,3 mil.
  1. PessoasR$ 34 mil99,2%
  2. PartidoR$ 2690,8%

Para onde foi

R$ 34,3 mil
O maior gasto foi com material impresso: 76% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 34,3 mil.
  1. Material impressoR$ 26,1 mil76,2%
  2. ServiçosR$ 5.99117,5%
  3. TransporteR$ 2.1766,3%

Quanto custou cada voto: vereador, Rio Grande (RS), 2016

Mediana da disputa: R$ 44 por voto. Quem venceu, Benito Metalúrgico, gastou R$ 14,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 20.932; o mais barato, R$ 14,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 41% da mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 10 votos por R$ 1.000, 27% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 37 votos por R$ 1.000, 68% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.