Régis Vieira
Reginaldo Silva · nasceu em 1976
Régis Vieira se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2020 e 2024.
Passou por 3 partidos: PSDB (2004–2008), MDB (2016), PP (2020), MDB (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 47 anos, ensino médio, vereador, cor branca. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020, branca em 2024. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Régis Vieira declarou R$ 260,7 mil em bens, em reais de hoje: 39 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Paraíba. Entre 2016 e 2024, o total caiu R$ 121,1 mil, já descontada a inflação.
Declarou 39 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Paraíba em 2024.
- Régis VieiraR$ 260,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 6.628
- Mediana dos eleitosR$ 40,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 4 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- propriedade rural na localidade Tigre MassarandubaR$ 165,7 milOutros bens imóveis rural
- Veículo Van ano 2006R$ 55,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Moto Honda Broz ano 2024R$ 26,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Moto Honda Fan ano 2019R$ 13,3 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Régis Vieira declarou ao TSE R$ 16 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2024, para vereador: R$ 6,1 mil, 100% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Massaranduba (PB) · MDB · eleito
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoTudo de Criative Comunicacao Visual E Grafica LtdaR$ 3.70561%
Quanto custou cada voto: vereador, Massaranduba (PB), 2024
Régis Vieira: R$ 9,63 por voto (mediana da disputa, R$ 22,4). Quem venceu, Menininho, gastou R$ 8,52 por voto. O voto mais caro custou R$ 469; o mais barato, R$ 8,52.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Régis Vieira. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Gil De Netinha PPR$ 16 mil · 35 votosR$ 469
- Binha MDBR$ 6,1 mil · 14 votosR$ 434
- Josélia Miguel AVANTER$ 6,6 mil · 34 votosR$ 193
- Patrícia Oliveira AVANTER$ 6 mil · 33 votosR$ 182
- João Grandão MDBR$ 6,1 mil · 95 votosR$ 64
- Deca Aragão PODER$ 6 mil · 187 votosR$ 32,2
- Professor João Tavares MDBR$ 6 mil · 268 votosR$ 22,4
- Elias Angelino MDBR$ 6 mil · 307 votosR$ 19,6
- Dr Sandreylson MDBR$ 6,3 mil · 390 votosR$ 16,2
- Tamires Dias MDBR$ 7,4 mil · 700 votosR$ 10,6
- Régis Vieira MDBR$ 6,1 mil · 631 votosR$ 9,63
- Menininho MDBR$ 5,9 mil · 689 votosR$ 8,52
Votos por real
- 2024, vereador: 104 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 399 votos por R$ 1.000, 7,5 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 105 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 94 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.