Apuração
Deputado federal · 2026 · AVANTE

Reginaldo da Horta

Reginaldo Rosa dos Santos · nasceu em 1979

Reginaldo da Horta se candidatou em 5 eleições, de 2016 a 2026, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoAVANTE+0,21← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2016CIDADANIA2020PC do B2022PATRIOTA2024PSD2026AVANTE← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 5 partidos: CIDADANIA (2016), PC do B (2020), PATRIOTA (2022), PSD (2024), AVANTE (2026).

Dep. federalVereadorPartidoCIDADANIAPC do BPATRIOTAPSDAVANTE201620182020202220242026
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2026, suplente.

Declarou ao TSE em 2026: 46 anos, ensino médio, produtor agropecuário, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020, branca em 2024, parda em 2026. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2026
    Deputado federal · Minas Gerais
    AVANTE 7045· centro-direita
    suplente1.624 votos; 258º mais votado de 710 no estado
  2. 2024
    Vereador · Ibirité (MG)
    PSD 55345· centro-direita
    suplente1.084 votos
  3. 2022
    Deputado federal · Minas Gerais
    PATRIOTA 5167· direita
    suplente1.931 votos; 360º mais votado de 1.035 no estado
  4. 2020
    Vereador · Ibirité (MG)
    PC do B 65678· esquerda
    não eleito1.316 votos
  5. 2016
    Vereador · Ibirité (MG)
    CIDADANIA 23000· centro
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2026, Reginaldo da Horta teve 1.624 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 258º lugar entre 710 candidatos.

Recebeu votos em 84 cidades. Ibirité deu 67,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 93,7%.

1.624 votos
votos para deputado federal em 2026
Cada quadrado é 1% de 1.624 votos.
  1. Ibirité (MG)1.098 votos67,6%
  2. Nova Serrana (MG)213 votos13,1%
  3. Belo Horizonte (MG)78 votos4,8%
  4. Contagem (MG)21 votos1,3%
  5. Betim (MG)19 votos1,2%
  6. Outras 69 cidades103 votos6,3%
As outras 1 eleições para deputado
1.931 votos
votos para deputado federal em 2022
Cada quadrado é 1% de 1.931 votos.
  1. Ibirité (MG)1.511 votos78,2%
  2. Belo Horizonte (MG)138 votos7,1%
  3. São Sebastião do Maranhão (MG)82 votos4,2%
  4. Contagem (MG)34 votos1,8%
  5. Mário Campos (MG)31 votos1,6%
  6. Outras 37 cidades48 votos2,5%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2026, Reginaldo da Horta declarou R$ 252,1 mil em bens, em reais de hoje. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2016 e 2026.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 252,1 mil
em bens declarados em 2026, em reais de setembro de 2026 (R$ 250.000 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a deputado federal em Minas Gerais em 2026.

  • Reginaldo da HortaR$ 252,1 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 173,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,1 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 252,1 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Reginaldo da Horta declarou ao TSE R$ 3,2 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 2,9 milhões.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 100 mil.
dinheiro públicodemais fontesToque numa campanha para abrir as contas dela.

2026 · Deputado federal · Minas Gerais · AVANTE · suplente

De onde veio

R$ 50 mil
100% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 28,5 mil
O maior gasto foi com serviços: 54% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 28,5 mil.
  1. Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 15,4 mil54%
  2. Escritório1 pessoas, não nomeadasR$ 10 mil35,1%
  3. Pessoal3 pessoas, não nomeadasR$ 3.10010,9%

As contas de 2026 ainda não são finais: o TSE segue recebendo as prestações de contas.

Quanto custou cada voto: deputado federal, Minas Gerais, 2026

Mediana da disputa: R$ 37,1 por voto. Quem venceu, Rogério Correia, gastou R$ 11,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 121; o mais barato, R$ 11,7.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2026, deputado federal: 57 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa (contas parciais).
  • 2024, vereador: 253 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
  • 2022, deputado federal: 6,3 votos por R$ 1.000, 35% da mediana da disputa.
  • 2020, vereador: 99 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.