Apuração
Deputado estadual · 2018 · SOLIDARIEDADE

Reges Souza

Reges de Souza Cunha · nasceu em 1988

Reges Souza disputou uma eleição, em 2018, para deputado estadual (Minas Gerais), pelo SOLIDARIEDADE: suplente.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoSOLIDARIEDADE+0,30← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. estadualPartidoSOLIDARIEDADE2018
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2018, suplente.

Declarou ao TSE em 2018: 30 anos, ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado estadual · Minas Gerais
    SOLIDARIEDADE 77238· centro-direita
    suplente624 votos; 691º mais votado de 1.255 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Reges Souza teve 624 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 691º lugar entre 1.255 candidatos.

Recebeu votos em 34 cidades. Rio Espera deu 31,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 94,4%.

624 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 624 votos.
  1. Rio Espera (MG)197 votos31,6%
  2. Conselheiro Lafaiete (MG)162 votos26%
  3. Capela Nova (MG)128 votos20,5%
  4. Congonhas (MG)18 votos2,9%
  5. Lamim (MG)15 votos2,4%
  6. Outras 19 cidades35 votos5,6%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Reges Souza declarou R$ 15,2 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 15,2 mil
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 10.000 na declaração)

Declarou 23% da mediana dos candidatos a deputado estadual em Minas Gerais em 2018.

  • Reges SouzaR$ 15,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 65,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,3 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 15,2 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2018, Reges Souza declarou ao TSE R$ 3,4 mil em receitas, em reais de hoje, 24% de dinheiro público.

2018 · Deputado estadual · Minas Gerais · SOLIDARIEDADE · suplente

De onde veio

R$ 3.426
24% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.426. Toque numa parte para abrir.
  1. Próprio bolsoR$ 2.30767,3%
  2. Fundo partidárioTudo de Diretorio Estadual Do Solidariedade De Minas GeraisR$ 70720,6%

Para onde foi

R$ 2.284
O maior gasto foi com material impresso: 99% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.284. Toque numa parte para abrir.
  1. EscritórioR$ 331,5%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Minas Gerais, 2018

Mediana da disputa: R$ 25 por voto. Quem venceu, Noraldino Junior, gastou R$ 9,81 por voto. O voto mais caro custou R$ 201; o mais barato, R$ 9,81.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputado estadual: 273 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.