Apuração
Vereador · 2016 · AGIR

Rayone Marques

Rogerio Marcos Ferreira · nasceu em 1976

Rayone Marques se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoAGIR+0,34← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PL2012PRTB2014PV2016AGIR← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 4 partidos: PL (2008), PRTB (2012), PV (2014), AGIR (2016).

Dep. estadualVereadorPartidoPLPRTBPVAGIR20082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 40 anos, até o fundamental, empresário, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Arcos (MG)
    AGIR 36111· direita
    suplente
  2. 2014
    Deputado estadual · Minas Gerais
    PV 43222· centro
    suplente761 votos; 504º mais votado de 1.055 no estado
  3. 2012
    Vereador · Arcos (MG)
    PRTB 28123· direita· na urna, Rayone do Energia Positiva
    suplente
  4. 2008
    Vereador · Arcos (MG)
    PL 22222· direita· na urna, Rayone do Energia Positiva
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Rayone Marques teve 761 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 504º lugar entre 1.055 candidatos.

Recebeu votos em 87 cidades. Arcos deu 75,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 87,0%.

761 votos
votos para deputado estadual em 2014
Cada quadrado é 1% de 761 votos.
  1. Arcos (MG)573 votos75,3%
  2. Belo Horizonte (MG)17 votos2,2%
  3. Formiga (MG)9 votos1,2%
  4. Lagoa da Prata (MG)9 votos1,2%
  5. Ouro Fino (MG)8 votos1,1%
  6. Outras 72 cidades99 votos13%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2014, Rayone Marques declarou R$ 349,1 mil em bens, em reais de hoje: 2,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2014, o total subiu R$ 227,7 mil acima da inflação.

Em 2016, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 349,1 mil
em bens declarados em 2014, em reais de setembro de 2026 (R$ 180.000 na declaração)

Declarou 2,5 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em Minas Gerais em 2014.

  • Rayone MarquesR$ 349,1 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 137,6 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 2 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 349,1 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Rayone Marques declarou ao TSE R$ 39 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 15 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Arcos (MG) · AGIR · suplente

De onde veio

R$ 3.208
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.208.
  1. Próprio bolsoR$ 2.37274%
  2. PartidoR$ 48915,2%
  3. Outros candidatosR$ 34710,8%

Para onde foi

R$ 3.208
O maior gasto foi com material impresso: 43% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.208.
  1. Material impressoR$ 1.38043%
  2. PessoalR$ 1.29540,4%
  3. ServiçosR$ 48915,2%
  4. Rádio, TV e vídeoR$ 441,4%

Quanto custou cada voto: vereador, Arcos (MG), 2016

Mediana da disputa: R$ 47,1 por voto. Quem venceu, Marcelo Estevam, gastou R$ 14,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 194; o mais barato, R$ 14,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.

Ver em tabela
  • Toninho Da Pamonha PSDR$ 12 mil · 63 votosR$ 194
  • Guilherme Pisca MOBILIZAR$ 17 mil · 142 votosR$ 118
  • Magda Fontes PSDBR$ 16 mil · 212 votosR$ 76,5
  • Ebinho Do Pao De Queijo REPUBLICANOSR$ 11 mil · 164 votosR$ 67,4
  • Vinicius Do Mini-Preço PSBR$ 13 mil · 217 votosR$ 60,8
  • Maria Helena AGIRR$ 11 mil · 229 votosR$ 47,1
  • Joao Do Lico PLR$ 13 mil · 288 votosR$ 46,7
  • Wirlei Alves PHSR$ 16 mil · 547 votosR$ 29,2
  • Jamir Leiteiro MDBR$ 14 mil · 478 votosR$ 28,4
  • Marcelo Estevam PVR$ 13 mil · 924 votosR$ 14,3

Votos por real

  • 2016, vereador: 65 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
  • 2014, deputado estadual: 61 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 12 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 33 votos por R$ 1.000, 80% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.