Apuração
Deputada estadual · 2018 · DEM

Raquel Klein Diehl

Raquel Andreia Klein Diehl · nasceu em 1979

Raquel Klein Diehl se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2018, e foi eleita em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoDEM+0,71← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008DEM2012PP2016DEM2018DEM← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: DEM (2008), PP (2012), DEM (2016–2018).

Dep. estadualVice-prefeitaVereadoraPartidoDEMPPDEM200820102012201420162018
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputada estadual, 2018, suplente.

Declarou ao TSE em 2018: 38 anos, ensino médio, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputada estadual · Rio Grande do Sul
    DEM 25125· direita
    suplente1.079 votos; 432º mais votada de 798 no estado
  2. 2016
    Vereadora · Colinas (RS)
    DEM 25125· direita
    suplente54 votos
  3. 2012
    Vice-prefeita · Colinas (RS)
    PP 11· direita· na urna, Raquel
    Na chapa de Sandro Herrmann
    chapa não eleita750 votos da chapa, 33,7%
  4. 2008
    Vereadora · Colinas (RS)
    DEM 25678· direita· na urna, Raquel Klein
    suplente49 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Raquel Klein Diehl teve 1.079 votos para deputada estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 432º lugar entre 798 candidatos.

Recebeu votos em 86 cidades. Estrela deu 19,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 77,5%.

1.079 votos
votos para deputada estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 1.079 votos.
  1. Estrela (RS)213 votos19,7%
  2. Colinas (RS)126 votos11,7%
  3. Lajeado (RS)75 votos7%
  4. Bom Retiro do Sul (RS)54 votos5%
  5. Arroio do Meio (RS)53 votos4,9%
  6. Outras 71 cidades243 votos22,5%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Raquel Klein Diehl declarou R$ 139,4 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2018, o total subiu R$ 26,2 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 139,4 mil
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 91.616 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a deputado estadual no Rio Grande do Sul em 2018.

  • Raquel Klein DiehlR$ 139,4 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 121,8 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 948,7 mil

Cada quadrado, R$ 25 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 139,4 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 6 itens declarados em 2018, do maior ao menor
  1. #Nulo#R$ 67 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  2. #Nulo#R$ 44,9 mil
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)
  3. #Nulo#R$ 15,2 mil
    Quotas ou quinhões de capital
  4. #Nulo#R$ 6.392
    Dinheiro em espécie
  5. #Nulo#R$ 5.858
    Caderneta de poupança
  6. #Nulo#R$ 82
    Conta corrente no país

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Raquel Klein Diehl declarou ao TSE R$ 72 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputada estadual: R$ 61 mil, 92% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2018 · Deputada estadual · Rio Grande do Sul · DEM · suplente

De onde veio

R$ 61,2 mil
92% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 61,2 mil.
  1. Fundo eleitoralTudo de Democratas - Diretorio NacionalR$ 40,7 mil66,5%
  2. Outros candidatosTudo de Eleicao 2018 Onyx Dornelles Lorenzoni Deputado FederalR$ 15,5 mil25,2%
  3. Próprio bolsoR$ 4.0266,6%
  4. PessoasR$ 1.0101,6%
  5. VaquinhaR$ 30< 0,1%

Para onde foi

R$ 40,7 mil
O maior gasto foi com pessoal: 65% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 40,7 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal11 pessoas, não nomeadasR$ 26,7 mil65,4%
  2. InternetR$ 1250,3%

Quanto custou cada voto: deputada estadual, Rio Grande do Sul, 2018

Mediana da disputa: R$ 17,5 por voto. Quem venceu, Luciana Genro, gastou R$ 6,47 por voto. O voto mais caro custou R$ 157; o mais barato, R$ 6,47.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputada estadual: 26 votos por R$ 1.000, 30% da mediana da disputa.
  • 2016, vereadora: 9,1 votos por R$ 1.000, 36% da mediana da disputa.
  • 2008, vereadora: 9,8 votos por R$ 1.000, 34% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.