Apuração
Vereador · 2016 · MDB

Raphael Matos

Raphael da Silva Matos · nasceu em 1982

Raphael Matos se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,31← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012PTB2016MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.

Passou por 2 partidos: PTB (2012), MDB (2016).

VereadorPartidoPTBMDB201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 34 anos, superior completo, administrador, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Dourados (MS)
    MDB 15000· centro-direita
    suplente
  2. 2012
    Vereador · Dourados (MS)
    PTB 14613· centro-direita
    eleito1.671 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Raphael Matos declarou R$ 130,6 mil em bens, em reais de hoje: 4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 130,6 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 80.384 na declaração)

Declarou 4 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2016.

  • Raphael MatosR$ 130,6 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 32,7 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 158,1 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 130,6 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Raphael Matos declarou ao TSE R$ 153 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 91 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2,5 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Dourados (MS) · MDB · suplente

De onde veio

R$ 62,2 mil
0% veio de fundos públicos; 4 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 62,2 mil.
  1. PartidoR$ 30,1 mil48,4%
  2. PessoasR$ 17 mil27,3%
  3. Próprio bolsoR$ 14,9 mil23,9%
  4. Outros candidatosR$ 2530,4%

Para onde foi

R$ 62,2 mil
O maior gasto foi com pessoal: 69% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 62,2 mil.
  1. PessoalR$ 42,8 mil68,8%
  2. TransporteR$ 10,9 mil17,6%
  3. Material impressoR$ 7.41811,9%
  4. Rádio, TV e vídeoR$ 9721,6%
  5. EscritórioR$ 660,1%

Quanto custou cada voto: vereador, Dourados (MS), 2016

Mediana da disputa: R$ 71,5 por voto. Quem venceu, Madson, gastou R$ 41,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 361; o mais barato, R$ 41,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 11 votos por R$ 1.000, 22% da mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 59% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.