Apuração
Vereador · 2016 · PTB

Ramalho

Ramalho Ferreira de Figueiredo · nasceu em 1952

Ramalho se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPTB+0,22← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PRP2008MOBILIZA2010MOBILIZA2012MOBILIZA2016PTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.

Passou por 3 partidos: PRP (2004), MOBILIZA (2008–2012), PTB (2016).

Dep. estadualVereadorPartidoPRPMOBILIZAPTB2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 64 anos, ensino médio, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    PTB 14123· centro-direita
    suplente
  2. 2012
    MOBILIZA 33123· centro-direita
    suplente
  3. 2010
    Deputado estadual · São Paulo
    MOBILIZA 33123· centro-direita· na urna, Ramalho Figueiredo
    não eleito1.027 votos; 801º mais votado de 1.543 no estado
  4. 2008
    MOBILIZA 33123· centro-direita
    eleito96 votos
  5. 2004
    Vereador · São Vicente (SP)
    PRP 44636· direita
    não eleito

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Ramalho teve 1.027 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 801º lugar entre 1.543 candidatos.

Recebeu votos em 61 cidades. Pedro de Toledo deu 39,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 92,6%.

1.027 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 1.027 votos.
  1. Pedro de Toledo (SP)408 votos39,7%
  2. São Vicente (SP)153 votos14,9%
  3. São Paulo (SP)69 votos6,7%
  4. Santos (SP)64 votos6,2%
  5. Miracatu (SP)54 votos5,3%
  6. Outras 46 cidades76 votos7,4%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Ramalho declarou R$ 186,3 mil em bens, em reais de hoje: 5,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.

Em 2016, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 186,3 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 85.000 na declaração)

Declarou 5,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2012.

  • RamalhoR$ 186,3 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 142,4 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 186,3 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Ramalho declarou ao TSE R$ 100 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 77 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Pedro de Toledo (SP) · PTB · suplente

De onde veio

R$ 4.566
0% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.566.
  1. Outros candidatosR$ 1.64336%
  2. PessoasR$ 1.61935,5%
  3. Próprio bolsoR$ 1.30328,5%

Para onde foi

R$ 4.566
O maior gasto foi com material impresso: 38% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.566.
  1. Material impressoR$ 1.73337,9%
  2. PessoalR$ 1.61935,5%
  3. ServiçosR$ 1.21426,6%

Quanto custou cada voto: vereador, Pedro de Toledo (SP), 2016

Mediana da disputa: R$ 65,7 por voto. Quem venceu, Sergio Dindin, gastou R$ 26,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 186; o mais barato, R$ 26,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Eliel Eletricista PSDR$ 14 mil · 74 votosR$ 186
  • Léia PODER$ 5,5 mil · 36 votosR$ 153
  • Arlindo Neves PODER$ 5,5 mil · 41 votosR$ 135
  • Jose Fernando Duarte PC do BR$ 5,8 mil · 51 votosR$ 115
  • Cleusa Da Excursão PTBR$ 7,5 mil · 72 votosR$ 104
  • Balog PTR$ 6,3 mil · 61 votosR$ 103
  • Marco Antonio PSDR$ 11 mil · 170 votosR$ 65,7
  • Zé Lopes PSCR$ 6 mil · 98 votosR$ 60,8
  • Eduardo Leite PODER$ 6,2 mil · 123 votosR$ 50,1
  • Célio Da Ração DEMR$ 7,7 mil · 167 votosR$ 46,2
  • Márcio Fiscal PODER$ 6 mil · 164 votosR$ 36,3
  • Sergio Dindin PODER$ 6,7 mil · 251 votosR$ 26,6

Votos por real

  • 2016, vereador: 15 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 13 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
  • 2010, deputado estadual: 13 votos por R$ 1.000, 24% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 14 votos por R$ 1.000, 67% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.