Raissa
Raissa Iolanda Mendes de Brito · nasceu em 1995
Raissa se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleita em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PHS (2016), PSD (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 25 anos, ensino médio, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Raissa declarou R$ 43,1 mil em bens, em reais de hoje: 2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2016 e 2020, o total subiu R$ 10,6 mil acima da inflação.
Declarou 2 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- RaissaR$ 43,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Raissa declarou ao TSE R$ 6,6 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereadora: R$ 5,1 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereadora · Ibiracatu (MG) · PSD · suplente
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 1.27485,7%
- PessoasR$ 1429,5%
- Outros candidatosR$ 714,8%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereadora, Ibiracatu (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 42,5 por voto. Quem venceu, Zé Amador, gastou R$ 11,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 212; o mais barato, R$ 11,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ana Maria PSDR$ 2,1 mil · 10 votosR$ 212
- José Maria Motorista PPR$ 7,1 mil · 42 votosR$ 169
- Zezim Do Morro PSDR$ 2,5 mil · 19 votosR$ 134
- Marislene REPUBLICANOSR$ 4,2 mil · 48 votosR$ 88,5
- Debora PPR$ 2,7 mil · 32 votosR$ 84,3
- Anacleto REPUBLICANOSR$ 1,7 mil · 21 votosR$ 81,3
- Manoel Mendes Lô REPUBLICANOSR$ 1,7 mil · 40 votosR$ 42,5
- José Carlos Kiu PSLR$ 7,8 mil · 197 votosR$ 39,6
- Niveo PSDR$ 8,4 mil · 287 votosR$ 29,3
- Romualdo PTR$ 4,8 mil · 181 votosR$ 26,5
- Rê Da Fátima PPR$ 1,7 mil · 116 votosR$ 14,7
- Zé Amador PTR$ 1,7 mil · 153 votosR$ 11,3
Votos por real
- 2020, vereadora: 62 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereadora: 25 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.