Raimundo Sales
Raimundo Sales Costa · nasceu em 1945
Raimundo Sales se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: MDB (2002–2012), PV (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 71 anos, superior completo, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2006
- 2002
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Raimundo Sales teve 2.226 votos para deputado estadual, 0,7% dos votos válidos do estado: 45º lugar entre 296 candidatos.
Recebeu votos em 20 cidades. Sena Madureira deu 59,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,1%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Raimundo Sales declarou R$ 284,3 mil em bens, em reais de hoje: 12 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Acre. Entre 2006 e 2016, o total caiu R$ 327 mil, já descontada a inflação.
Declarou 12 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Acre em 2016.
- Raimundo SalesR$ 284,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 24,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 105,6 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Raimundo Sales declarou ao TSE R$ 86 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado estadual: R$ 36 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Sena Madureira (AC) · PV · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 8.90691,1%
- Outros candidatosR$ 8748,9%
Para onde foi
- TransporteR$ 4.85849,7%
- OutrosR$ 4.04841,4%
- Material impressoR$ 8748,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Sena Madureira (AC), 2016
Mediana da disputa: R$ 68,4 por voto. Quem venceu, Railton Ramos, gastou R$ 25,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 254; o mais barato, R$ 25,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Queiroz Potec DCR$ 17 mil · 68 votosR$ 254
- Denis Maciel PSBR$ 18 mil · 75 votosR$ 234
- Maclean REPUBLICANOSR$ 18 mil · 107 votosR$ 168
- Professor Hermano PC do BR$ 18 mil · 138 votosR$ 133
- Pastora Wanda REPUBLICANOSR$ 17 mil · 149 votosR$ 116
- Zé Mauro PSBR$ 17 mil · 173 votosR$ 96,7
- Wanderley Zaire PSDR$ 19 mil · 285 votosR$ 68,4
- Josandro Cavalcante PSDBR$ 23 mil · 492 votosR$ 46,2
- Alipio Gomes PVR$ 19 mil · 536 votosR$ 36,4
- Tom Cabeleireiro PVR$ 16 mil · 490 votosR$ 33,6
- Ivoneide Bernardino PSBR$ 17 mil · 617 votosR$ 27,2
- Railton Ramos PSBR$ 16 mil · 624 votosR$ 25,5
Votos por real
- 2016, vereador: 39 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 38 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 81 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 71 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.