Raimundo Marvado
Raimundo Silveira Bezerra Filho · nasceu em 1964
Raimundo Marvado se candidatou em 3 eleições, de 2006 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PSB (2006), PSC (2012), PRP (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 52 anos, ensino médio, corretor de imóveis, seguros, títulos e valores, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2006Deputado estadual · ParáPSB 40500· centro-esquerda· na urna, Marvadosuplente2.662 votos; 170º mais votado de 415 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Raimundo Marvado teve 2.662 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 170º lugar entre 415 candidatos.
Recebeu votos em 20 cidades. Terra Santa deu 78,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,8%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Raimundo Marvado declarou R$ 268,1 mil em bens, em reais de hoje: 12 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Pará. Entre 2006 e 2016, o total subiu R$ 171,2 mil acima da inflação.
Declarou 12 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Pará em 2016.
- Raimundo MarvadoR$ 268,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 22,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 126,8 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Raimundo Marvado declarou ao TSE R$ 17 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 9,3 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Santarém (PA) · PRP · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 4.25863,5%
- Próprio bolsoR$ 1.61924,1%
- Outros candidatosR$ 83212,4%
Para onde foi
- TransporteR$ 2.68540%
- OutrosR$ 2.63939,3%
- EventosR$ 5548,3%
- Material impressoR$ 5087,6%
- Rádio, TV e vídeoR$ 3244,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Santarém (PA), 2016
Mediana da disputa: R$ 22,2 por voto. Quem venceu, Prof. Maria José Maia, gastou R$ 10,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 50,8; o mais barato, R$ 10,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ademir Campelo PSBR$ 46 mil · 895 votosR$ 50,8
- Aguinaldo Promissoria PODER$ 62 mil · 1.268 votosR$ 48,7
- Emir Aguiar PODER$ 86 mil · 2.246 votosR$ 38,4
- Geovani Aguiar PODER$ 62 mil · 1.694 votosR$ 36,4
- Alaercio Drogamil PRPR$ 67 mil · 1.904 votosR$ 35
- Ana Elvira Alho PTR$ 49 mil · 1.639 votosR$ 29,7
- Antonio Rocha MDBR$ 82 mil · 3.678 votosR$ 22,2
- Reginaldo Campos PSCR$ 75 mil · 3.837 votosR$ 19,4
- Henderson Pinto DEMR$ 63 mil · 3.266 votosR$ 19,4
- Alysson Pontes PSDR$ 71 mil · 3.956 votosR$ 17,9
- Ney Santana PSDBR$ 52 mil · 4.506 votosR$ 11,6
- Prof. Maria José Maia DEMR$ 44 mil · 4.038 votosR$ 10,9
Votos por real
- 2016, vereador: 25 votos por R$ 1.000, 42% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 105 votos por R$ 1.000, 3 vezes a mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 301 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.