Glauco
Raimundo Glauco de Vasconcelos · nasceu em 1946
Glauco se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2010, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2010, suplente.
Declarou ao TSE em 2010: 63 anos, superior completo, administrador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2010Deputado estadual · Rio Grande do NortePT 13000· centro-esquerdasuplente11.477 votos; 43º mais votado de 157 no estado
- 2006Deputado federal · Rio Grande do NortePT 1314· centro-esquerdasuplente13.260 votos; 16º mais votado de 68 no estado
- 2002Deputado federal · Rio Grande do NortePT 1314· centro-esquerda· na urna, Raimundo Glaucosuplente5.865 votos; 23º mais votado de 74 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Glauco teve 11.477 votos para deputado estadual, 0,7% dos votos válidos do estado: 43º lugar entre 157 candidatos.
Recebeu votos em 134 cidades. Natal deu 35,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 76,0%.
As outras 2 eleições para deputado
- Natal (RN)4.146 votos31,3%
- Macau (RN)1.406 votos10,6%
- Nova Cruz (RN)577 votos4,4%
- Apodi (RN)475 votos3,6%
- Lajes (RN)402 votos3%
- Outras 123 cidades3.874 votos29,2%
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2010, Glauco declarou R$ 3,1 mi em bens, em reais de hoje: 26 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Norte. Entre 2006 e 2010, o total subiu R$ 1,6 mi acima da inflação.
Declarou 26 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual no Rio Grande do Norte em 2010.
- GlaucoR$ 3,1 mi
- Mediana dos candidatosR$ 121,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 1,5 mi
Cada quadrado, R$ 100 mil.
Os 7 itens declarados em 2010, do maior ao menor
- Participação em quotas de capital social da empresa glauco…R$ 1,7 miOutras participações societárias
- Fazenda terra bonita em serra de são bento/rnR$ 494,5 milOutros bens imóveis rural
- Participação em quotas do capital social da empresa dossiê…R$ 408,9 milOutras participações societárias
- Participação em quotas do capital social da empresa glauco…R$ 370,9 milOutras participações societárias
- Em natal/rnR$ 74,2 milApartamento
- 01 (Um) veículo renalt/megane sd din 16 2007/2008, placa…R$ 17,8 milLeasing
- Participação em quotas do capital social da empresa…R$ 7.418Outras participações societárias
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Glauco declarou ao TSE R$ 2 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado federal: R$ 981 mil.
Campanha a campanha
2010 · Deputado estadual · Rio Grande do Norte · PT · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 382,5 mil45,5%
- Pessoas7 pessoas, não nomeadasR$ 52,2 mil6,2%
- Outros candidatosR$ 24,4 mil2,9%
Para onde foi
- Rádio, TV e vídeoR$ 23,2 mil2,8%
- EscritórioR$ 10,2 mil1,2%
- EventosR$ 1.6810,2%
Quanto custou cada voto: deputado estadual, Rio Grande do Norte, 2010
Glauco: R$ 73,2 por voto (mediana da disputa, R$ 26,4). Quem venceu, Ezequiel Ferreira, gastou R$ 15,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 73,2; o mais barato, R$ 15,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Glauco. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Glauco PTR$ 840 mil · 11.477 votosR$ 73,2
- Sergio Andrade PPR$ 758 mil · 10.403 votosR$ 72,9
- Chico José MOBILIZAR$ 667 mil · 13.813 votosR$ 48,3
- Miguel Weber PVR$ 1,2 milhão · 27.011 votosR$ 44,1
- Dibson Nasser PSDBR$ 1,8 milhão · 41.883 votosR$ 42,7
- Adao Eridan PLR$ 1,1 milhão · 27.422 votosR$ 40,8
- Hermano Morais MDBR$ 1,4 milhão · 35.294 votosR$ 39,3
- Walter Alves MDBR$ 1,9 milhão · 50.587 votosR$ 37,7
- Poti Júnior MDBR$ 1,2 milhão · 31.881 votosR$ 36,5
- Nelter MDBR$ 1,7 milhão · 49.364 votosR$ 35,4
- Marcia Maia PSBR$ 1,3 milhão · 38.554 votosR$ 33,2
- Luiz Almir PVR$ 933 mil · 28.427 votosR$ 32,8
- Kelps Lima PLR$ 947 mil · 29.956 votosR$ 31,6
- George Soares PLR$ 1,1 milhão · 36.952 votosR$ 29,2
- Gilson Moura PVR$ 1,4 milhão · 49.494 votosR$ 27,4
- Lauro Maia PSBR$ 876 mil · 33.183 votosR$ 26,4
- Ricardo Motta MOBILIZAR$ 1,3 milhão · 49.881 votosR$ 25,9
- Dr. Pio PSBR$ 667 mil · 26.877 votosR$ 24,8
- Gesane Marinho MOBILIZAR$ 1,2 milhão · 48.440 votosR$ 24,3
- Dr. Leonardo DEMR$ 992 mil · 41.133 votosR$ 24,1
- José Dias MDBR$ 670 mil · 30.876 votosR$ 21,7
- Larissa Rosado PSBR$ 900 mil · 41.609 votosR$ 21,6
- Antônio Jácome MOBILIZAR$ 1,2 milhão · 54.743 votosR$ 21,5
- Agnelo Alves PDTR$ 636 mil · 30.995 votosR$ 20,5
- Raimundo Fernandes MOBILIZAR$ 704 mil · 37.158 votosR$ 18,9
- Gustavo Carvalho PSBR$ 944 mil · 49.850 votosR$ 18,9
- Fabio Dantas PHSR$ 662 mil · 35.374 votosR$ 18,7
- Gustavo Fernandes MDBR$ 634 mil · 37.907 votosR$ 16,7
- Tomba PSBR$ 805 mil · 49.832 votosR$ 16,2
- Ezequiel Ferreira PTBR$ 805 mil · 51.842 votosR$ 15,5
Votos por real
- 2010, deputado estadual: 14 votos por R$ 1.000, 32% da mediana da disputa.
- 2006, deputado federal: 14 votos por R$ 1.000, 10% da mediana da disputa.
- 2002, deputado federal: 36 votos por R$ 1.000, 12% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.