Raimundo de Lourinho
Raimundo Oliveira de Almeida · nasceu em 1972
Raimundo de Lourinho se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.
Passou por 6 partidos: PHS (2004), AGIR (2008), PDT (2012), PSDB (2016), PP (2020), REPUBLICANOS (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 52 anos, ensino médio, motorista de veículos de transporte de carga, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Raimundo de Lourinho declarou R$ 324 mil em bens, em reais de hoje: 45 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 323,9 mil acima da inflação.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Declarou 45 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2020.
- Raimundo de LourinhoR$ 324 mil
- Mediana dos candidatosR$ 7.182
- Mediana dos eleitosR$ 90,5 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 5 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Poupança na caixa econômicaR$ 160,2 milCaderneta de poupança
- Residencia na rua antõnio oliveiraR$ 100,6 milCasa
- Veiculo ford furglaine CSL5598R$ 35,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Poupança no banco do brasilR$ 21,5 milCaderneta de poupança
- Terreno na rua antônio oliveiraR$ 5.746Construção
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 6 campanhas com contas prestadas, Raimundo de Lourinho declarou ao TSE R$ 22 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 8 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Teofilândia (BA) · REPUBLICANOS · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Teofilândia (BA), 2024
Mediana da disputa: R$ 38,2 por voto. Quem venceu, Professor Franklin, gastou R$ 5,23 por voto. O voto mais caro custou R$ 126; o mais barato, R$ 5,23.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Veronica Da Saude PLR$ 16 mil · 130 votosR$ 126
- Luciana De Carlito PPR$ 4,4 mil · 59 votosR$ 74,1
- Ronaldo Do Baixão PLR$ 13 mil · 173 votosR$ 72,7
- Cleidyane Professora Vaqueira PLR$ 17 mil · 237 votosR$ 72
- Marcos Leão PLR$ 11 mil · 247 votosR$ 46,1
- Eliana Da Saude PLR$ 11 mil · 252 votosR$ 43,2
- Roberio Paredão PLR$ 5,5 mil · 143 votosR$ 38,2
- Abel Do Alecrim PLR$ 11 mil · 344 votosR$ 32,6
- Obreiro Nailton REPUBLICANOSR$ 11 mil · 345 votosR$ 31,7
- Carlinhos De Dãozinho PLR$ 16 mil · 1.227 votosR$ 13,3
- Professora Núria REPUBLICANOSR$ 4,3 mil · 420 votosR$ 10,3
- Professor Franklin UNIÃOR$ 4,3 mil · 826 votosR$ 5,23
Votos por real
- 2024, vereador: 235 votos por R$ 1.000, 4,5 vezes a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 311 votos por R$ 1.000, 3,3 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 218 votos por R$ 1.000, 7,5 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 50 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.